Museu do Cinema – Torino

Quando eu morava na Itália e ia visitar cidades próximas a Milão, nunca verificava os pontos turísticos pra ir. Na real era tão barato e perto, que era “vamos…. aqui… ahn… amanhã” e fim, tinha-se uma nova viagem. Lá as cidades são pequenas, dá pra ver muita coisa em 1 ou 2 dias (tirando Firenze, Roma… essas que tem um carimbo de TURISMO no mapa).

Com Torino (Turim) aconteceu o mesmo, simplesmente fomos. Encontramos coisas beeem legais por lá, gostei muito da cidade e até já falei do burgo medieval que visitamos aqui.

Aí que saímos perdidos pelas ruas (Via Montebello, 20) e de repente avistamos de longe uma construção bonita e interessante e “ó, o que será?”.

Tchaaaannnnss: museu nacional do cinema. Em italiano, Museo Nazionale del Cinema. Entramos pra ver como era e bem, como eu e alguns amigos não somos aquelas pessoas ávidas pelas telonas e toda sua história, apenas demos um rolê no hall de entrada, fomos na loja de souvenirs – básico -, comprei um lápis super legal e uns postais e daí já saímos. Na verdade pra quem não é fã, era meio caro gastar 7 euros ali.

POR SORTE, um dos amigos é super fã e visitou todo o lugar. Olha o que ele achou:

“O museu tem um acervo enorme dos primórdios do cinema, com várias coisas óticas, várias delas interativas. Tem também uma parte toda cenográfica com os diferentes estilos de filmes… terror, comédia, romance, etc. Ainda conta com algumas etapas históricas, além de ter materiais apresentados de formas diferentes, tipo sons, coisas interativas e tal.
Tem uma coleção incrível de cartazes (não lembro a quantidade). São cartazes históricos e super famosos do mundo inteiro.
Super recomendo a visita, é muito legal, ainda mais pra quem gosta de cinema.”
Lá no museu tem um elevador que você sobe e pode ver a cidade toda. Custa 5 euros pra subir, mas dá pra comprar museu + elevador por 9 euros se quiser fazer os dois.

Mas temos que salientar aqui a lenda do elevador: você só pode ir lá depois de formado, senão nunca irá se formar.

Por que disso? Não sei, é uma lenda. Arrisca?

Nesta página
você pode ver todos os preços bem certinhos. Tem meia entrada para estudantes e maiores de 65 anos.
Anna
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Dicionário Português

Parece bobeira mas não é. Portugal tem muitas curiosidades em sua língua e eu acho importante rir disso ajudar vocês futuros viajantes. Bobeiras a parte, sempre bom saber uns detalhes tipo esses:

Fato – o fato é que isso é um terno, apenas.

Prego no Pão – não se assuste, o prego é um bifão, nada mais.

Sempre em pé – o famoso João bobo… que está ao pé da letra, sempre em pé.

Telemóvel – telefone que se move. O que é? O que é? Celular.

Durex – ingênuo mas catastrófico. Não só em Portugal, mas em toda a Europa, durex é camisinha.

Comboio – essa nem é tão absurda, mas pode te ajudar a entender os portuguinhas. Comboio é o trem.

Fixe – essa tem que ser a minha preferida. Meus amigos falam direto isso. “Ele é muito fixe” = Ele é muito legal. Oi? Uma vez eles me explicaram a procedência dessa expressão, mas como não tinha nada a ver também, eu deletei da minha memória.

Paneleiro – essa é outra que aprecio com certa graça. Significado = bicha. Fico curiosa com a origem da expressão também. Mais alguém acha que não vai fazer o menor sentido?? Hehe

Essa foto nem tem muito a ver, mas é bonitinha, tem letrinhas

e foi tirada em Portugal. 

Cueca – calcinha. Sem mais delongas aqui.

Verniz – esmalte. Ah, esse até que vai, porque deixa a unha brilhandinho e tal. Eu deixo esse passar ileso.

Camisola – pra sair a noite e tal… festa do pijama. Mas na real é bem usável aqui em Curitiba, já que camisola significa pulover!

Puto – adolescente. Ok, muitas vezes é possível usar isso aqui também vai…

Pica – injeção. Alguém quer comentar?

Rapariga – menina. Eu acho MUITO estranho ouvir as histórias dos meus amigos utilizando essa palavra. “Daí ele conheceu uma rapariga…” O.O

Pastilha Elástica(eu tinha esquecido desse, mas uma amiga portuguesa me lembrou!) Nada mais nada menos do que o nosso famigerado chicletes. Bom, sim ou não?

E aí? Quais mais? Tem muita coisa “diferenciada” nas duas línguas. O pior é que ouvindo o contexto geral, a frase toda, muitas vezes perde a graça. Não mentira, nunca vai perder a graça ouvir eles falarem algumas coisas, tipo… PANELEIRO.

Anna
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