Cidades Fantasma

Na semana entre Natal e Ano Novo, muitos lugares estavam parecendo verdadeiras cidades fantasmas e, para entrar de cabeça nesse clima, resolvi procurar algumas cidades fantasma para falar aqui para vocês. Querem ver?

Curitiba – Brasil

Curitiba é a capital do estado do Paraná e também uma cidade fantasma desde 23 de dezembro de 2011. Devido a um problema denominado “férias” ocorrido na cidade, muitos habitantes migraram para o litoral ou para outros países. Especialistas dizem que existe a possibilidade de resolver esse problema e, posteriormente, o governo do estado investirá em incentivos denominados “trabalho” buscando atrair novamente alguns habitantes para a região.

Wonderland – China

O que deveria ser o maior parque temático da Ásia, foi abandonado inacabado e tornou-se uma cidade fantasma. Localizado a 45 minutos de Pequim, eu diria que qualquer semelhança, é mera coincidência Made in China.

chinaxdisney  

Pripyat – Ucrânia

Essa é uma das mais famosas cidades fantasma. Localizada nas proximidades da usina de Chernobyl, foi evacuada após o acidente nuclear. Atualmente é possível visitar o local, então alguns turistas mais corajosos já conheceram a cidade. Confesso que eu gostaria muito de conhecer, mas tenho receio, então acho que eu não iria. E vocês? Encarariam um passeio pela abandonada Pripyat?

Achei bastante informações interessantes sobre Pripyat na internet. Quem tiver curiosidade, acho que vale a pena ler mais um pouco e assistir alguns vídeos. Já comentei com vocês que eu sempre tive dificuldade com fatos históricos? Pois então, cada vez que releio sobre alguma coisa, parece que aconteceu ontem, então eu sempre fico chocada com tudo, não importa quanto tempo já tenha passado.

Bodie – EUA

Acredite se quiser, mas essa cidade fantasma já foi uma das mais populosas da Califórnia! Bodie foi apenas mais uma das cidades que surgiram com a descoberta de ouro na região e, com o fim da extração, entrou em decadência e foi abandonada. 

Bodie é mantida pelo governo e pode ser visitada por turistas no verão. Existe um site da cidade que foi feito por uma pessoa que se apaixonou pelo lugar e resolveu compartilhar algumas informações e dicas para quem pretende viajar para lá. E o site é muito bom! Tem um mapa da cidade divido por regiões e em cada região você pode selecionar uma edificação para ler um pouco mais sobre ela e ver as fotos. Além disso, tem uma parte que funciona mais ou menos como um Google Street View, onde você pode navegar na cidade. Vale o clique!

Centralia – EUA

Essa cidade já deve ser conhecida pelos jogadores de video-game, pois costumam chamá-la também de Silent Hill. Foi muito rica devido as grandes minas de carvão,  mas um incêndio acabou com a cidade, que teve que ser evacuada. Reza a lenda que ainda existem 9 moradores no local, mas isso são dados de 2007, então possivelmente esses também já desistiram.

O problema principal é que se trata de uma área de alto risco, pois o subsolo queima constantemente, abrindo buracos no solo e soltando gases tóxicos. O problema pode persistir ainda por cerca de 250 anos.

Kolanskop – Namíbia

Essa é uma das minhas preferidas! Fundada pelo alemães para exploração de diamante no local, foi abandonada no início da Primeira Guerra Mundial. Com o passar do tempo, começou a ser invadida por um deserto vizinho e tornou-se essa coisa linda:

Uma vez eu assisti um programa mostrando a cidade e, desde então, me apaixonei. Lembro que eles passavam muito calor (por que será, né?) e eu fiquei pensando que um dia gostaria de ir pra lá, mas é o tipo de coisa que a gente sabe que nunca vai fazer na vida.

Eu me empolguei muito fazendo a pesquisa sobre as cidades fantasmas, mas existem tantas que se eu fosse falar de todas, o post ia ficar muito gigante, mas caso vocês tenham gostado do tema, podemos fazer uma continuação qualquer dia desses.

Mariana
Conhecendo cidades em 3 dias
Top 3 cidades preferidas
04
jan
Compras: no mercado Argentino

Não me julguem, mas fui a 3 mercados lá em Buenos nessa última viagem. Ainda mais engraçado porque eu não sou do tipo fã de culinária nem nada, mas eu só fui lá pra poder mostrar pra vocês, ok? (e porque minha amiga queria ir passear e fui fazer companhia)

Mas então, no primeiro que fomos foi meio ???? porque era um mercadinho em San Telmo e depois de todo o tumulto da feirinha, ou seja, estava tudo uma zona, tudo virado, desleixado, bagunçado, sujo e com pouca coisa na prateleira. Tá legal que acho que não foi porque o lugar tinha estado bem movimentado, chegamos à conclusão de que os donos estavam pouco se importando e deixavam tudo de qualquer jeito.

De qualquer forma achei coisas interessantes lá. Só pra talvez fazer você entender a bagunça desse primeiro mercado, olha como os pacotes de massas estavam todos jogados e as prateleiras com muitos vácuos. Aposto que metade estava quebrado já:

Ainda neste mesmo lugar, conhecemos uns refrigerantes muito suspeitos refrescantes. O que dizer da cor bonita do Paso de Los Toros? Mas aposto que muita gente vai ficar com inveja por lá ainda ter Mirinda.

Mas olha, não era só coisa suspeita que tinha lá. Achamos uma coisa fofura essas caixinhas de suco coloridas. Ok, não eram as mais lindas do mundo, mas deu um colorido bem legal ali na parte onde estavam. Cada sabor tinha uma cor. Aliás, se você não sabe o que é “pomelo”, como diz ali em uma caixa, é tipo suco de laranja. Mas não aprovamos, tem um gosto meio estranho, deve ter alguma outra coisa misturada, mas nenhum garçom conseguiu explicar. Todos falavam “é suco de laranja”. Então tá.

Ainda na parte das bebidas, essas aqui debaixo chamaram a atenção. Uma marca que produz cerveja, tequila, vodca… tudo a $ 5,55 pesos e embalagens bem parecidas, só muda a cor. Será que não causa uma confusãozinha? Pense que provavelmente uma galera vai nesse mercadinho da feira já meio bêbado para comprar mais bebida. Sei não… sei não… Quilmes clássica (e ótima) e Brahma estavam a venda também!

Uma coisa que achei muito curiosa, é a embalagem dos sucrilhos. Aqui usamos caixas bonitas e retangulares, tudo bem organizado… lá são em pacotes molengos mesmo, bem menores do que os que temos aqui e também tudo jogado ao acaso. Reparei que tem muita opção de marcas e sabores. Pra que gosta de sucrilhos, fica bem abastecido na capital argentina.

Apesar desse mercado ser menor e mais feinho, olha que-lin-da essa embalagem de sal! Adorei! Ok que destoava de tudo e só tinha essa embalagem na vibe vintage, mas pô, dá vontade de comprar até.

Só pra fechar as curiosidades desse mercado…. fácil ou difícil fazer uma compra rápida?

Outro dia fomos em um mercado um pouco mais top, desses normais, supermercado mesmo. Eu não vou tecer comentários sobre o nome tá, vou deixar para sua imaginação adicionar mais um “co” no final.

O mercado era bem top, tinha muita coisa, sessões enoooooormes com alguns produtos. Um deles (que eu não sabia que bombava tanto na Argentina) é o torrone. Nunca vi tanto torrone junto e de várias marcas. Aqui tem tão pouco…

Ainda no quesito “muitas opções”, adorei a sessão de chás. Nossa, tinham muitas marcas diferentes. Até difícil de escolher uma. Achei um preço bom, cerca de $ 15 pesos a caixa.

E também muuuita opção de erva mate! Nunca vi tantas juntas, acho que nem tem uma sessão assim aqui em Curitiba.

Descobri também que se eu morasse em Buenos, eu sobreviveria. Aham, eles tem miojo lá também. Ufa! Uma coisa a menos pra eu pensar quando for me mudar pra lá. Porém todos tem o mesmo preço, $ 15 pesos, ou seja, caro! Isso dá cerca de R$ 7,50, sendo que aqui custa o que? R$ 3,00? Pelo menos ele tem uma cara um pouco menos radioativa do que os daqui. Eu achei pelo menos. De qualquer forma, achei caro.

Achei super legal essa gôndola das pipocas. Não dá pra ver muito bem na foto, mas é como se fosse um pacotinho desses de cinema, mais simples mas dá pra associar bem. Foi uma boa idéia, mas não sei se essa pipoca é boa, fiquei meio desconfiada. Elas parecem bem maiores do que as nossas.

Na sessão de bebidas achamos coisas interessantes também. Parece que o refrigerante cor água suja radioativa é moda. Tinha lá também. Além de uma marca alternativa de Acquarius, champagne para crianças (com uns desenhos meio feios, mas lúdicos) e o maior medo de todos os tempos: champagne de abacaxi (R$ 7 a garrafa). ????

Se alguém já tomou isso, por favor me conte como é. Eu prezei muito pela minha saúde e bem estar e achei melhor passar sem. Mas vai que é bom? Nunca se sabe.

Pelo menos a Quilmes se salvou de fazer uma garrafa horrorosa e fez essa lindona aqui embaixo (porém quase R$ 4 cada garrafa):

E pra finalizar, vou colocar a foto de uns pães lindos que tinham acabado de sair do forno e perfumavam o ambiente. Vai dizer, muito gracinha!

Anna
La Cabrera: o melhor restaurante argentino. Eve...
Comparando: alfajor argentino
Compras: sapatos de tango
Compras: no mercado!
03
jan
Com muito humor: Kulula

Kulula é uma companhia área sul africana low-cost, mas o grande diferencial da companhia é o bom humor estampado em suas aeronaves e a irreverência da tripulação.

Algumas aeronaves possuem descrições bem divertidas na parte externa. Selecionei algumas para mostrar para vocês:

windows (best view in the world)
emergency exit = throne zone (more leg room baby!)
some windows = kulula fans (the coolest peeps in the world)
black box (which is actually orange)
front door (our door is always open … unless we’re at 41 000 feet)

Eu li também que as comissárias usam do bom humor para se comunicar com os passageiros, especialmente para passar as instruções de segurança ou após algum pouso difícil.

“Por favor, não se esqueçam de levar todos os seus pertences… Se forem deixar alguma coisa, por favor, certifiquem-se de que é algo que nós gostaríamos de ter.”

“No caso de uma súbita despressurização da cabine, máscaras cairão do teto. Pare de gritar, pegue sua máscara, e ajuste-a sobre o rosto. Se você tem uma criança pequena viajando com você, ponha sua máscara antes de ajudar com a dela. Se você estiver viajando com mais de uma criança pequena, ponha primeiro na sua preferida.”

“Senhoras e senhores, por favor, permaneçam em seus assentos até o Capitão Porrada e sua tripulação levarem a aeronave a um ponto próximo da área de desembarque. E, logo que a fumaça dos pneus se dissipar e as sirenes de alerta silenciarem, vamos abrir a porta da aeronave e todos poderão escolher o seu caminho para o terminal através dos destroços…”

Com relação a ser low-cost, não sei se eu achei tão low-cost assim. Fiz uma pesquisa de valores e a viagem Cidade do Cabo-Joanesburgo pode custar R$370, enquanto na South African R$500, daí fica a seu critério optar por uma ou outra. Se eu viajasse pra lá, certamente escolheria a Kulula, mesmo se fosse mais cara que as outras. Achei muito válida a ideia.

Mariana
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02
jan
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