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Roteiro em Manaus: 4 dias bem aproveitados

Eu falei nesse post aqui que ficando pelo menos 4 dias em Manaus você consegue ver tudo de mais necessário. Eu fiquei 5 dias e pude ver com mais calma, mas se organizando bem, dá pra fazer um bom roteiro em Manaus com 4 dias. Vou separar mais ou menos como nós fizemos, e aí você remaneja como ficar melhor pra você. Digo isso porque as vezes um passeio ou outro pode não fechar pela quantidade de gente, ou ter só em dia x.

Dia 01 | Cachoeiras em Presidente Figueiredo

roteiro manaus

No dia que chegamos, só relaxamos no hotel e aproveitamos o por do sol. Nesse dia não deu pra fazer nada, então só começamos mesmo os passeios no dia seguinte. Aí começamos de cara com a ida até Presidente Figueiredo, o dia inteiro conhecendo cachoeiras lindas.

Contei tudo como foi aqui. O passeio é de dia inteiro, então quando acabar é o tempo de ir pro hotel tomar um banho e já seguir pro jantar. Não dá pra tentar colocar mais nada nesse dia não.

Dia 02 | Encontro das Águas

roteiro manaus

Segundo dia de passeios, acordamos cedo e fomos pro tão esperado momento de conhecer o Encontro das Águas. Incrível, fantástico e fabuloso (meio drag queen esse adjetivo, haha).

Também foi nesse dia que visitamos o Lago das Vitórias-Régia e visitamos o Parque Ecológico do January, para andarmos de canoa entre os Igarapés e Igapós.

Neste dia, o passeio acabou um pouco mais cedo, em torno de 16h. Então aproveitamos e fomos visitar o Teatro Municipal, pois estávamos ali por perto e pudemos aproveitar melhor o dia. Também dá tempo de fazer essa visita em outro dia, junto com todo o centro histórico.

Outra opção pra fazer no fim da tarde é passear na praia de Ponta Negra e ver o pôr do sol lá, que é fantástico. A coisa é que é afastado do centro. De táxi são uns 35 minutos e R$ 50. De ônibus, 1h e R$ 3,30. Dá tempo de ir de ônibus, e ele sai direto da Igreja Matriz e vai pra Ponta Negra. Tranquilaço!

Dia 03 | Belezas do Rio Negro

roteiro manaus

Outro dia de passeios logo cedo. No dia anterior navegamos pelo Rio Negro também, mas para o outro lado. Neste dia o passeio incluía a visita ao museu do seringal, parada na vila de São Thomé, visita a tribo indígena e foi nesse dia que nadamos com os botos também. Dá tempo de tudo.

Dura o dia todo, chegamos de noitinha no centro e de lá foi direto banho e jantar. Quem quiser ainda pode aproveitar pra dar uma voltinha no shopping. Fica como opção.

Dia 04 | Centro Histórico

roteiro manaus

Por fim, visitamos o centro histórico de Manaus. Ainda tinham outros passeios desses pelos rios e pela selva pra fazer sim, mas escolhemos fazer os citados acima e deixar um tempo para conhecer a cidade, cheia de História.

Aqui em fiz um post sobre o centro e um roteiro completo por lá. Tem mais coisa do que você imagina!

Se você ainda tiver um tempinho, de repente fez o centro bem rapidão – vai que – e quer ver mais coisa, tem a Arena da Amazônia pra visitar. Ela fica mais afastada do centro, e apesar de ser um elefante branco (aiaiai Copa…) é realmente MUITO bonita. Aliás, é lindíssima, e se der pra pegar com o pôr do sol ainda, as fotos ficam de babar facilmente.

roteiro manaus

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Buenos Aires

*Sugestão de roteiro em Lisboa

Eu recebo muitos, mais muitos e-mails e perguntas sobre Portugal e claro, Lisboa. Já fizemos vários posts da cidade e ainda uma sugestão de roteiro por Portugal, mas achei interessante agrupar tudo em um roteiro em Lisboa. É a gente facilitando a sua vida!! =D

Tem bastante coisa pra ver em Lisboa, mas geralmente as pessoas vão pra conhecer mais pontos no país e acabam deixando 3 ou 4 dias ali só. Dá pra ver bastante coisa, então separei por dias pra já facilitar essa distribuição.

Uma região ótima pra ficar é a de Baixa/Chiado. É de fácil acesso, tem tudo perto, muitos restaurantes e movimento. Tem muitos hotéis nessa região e vai facilitar bastante o deslocamento com ou sem metrô.

Dia 01

– Centro histórico (Baixa/Chiado): é sem dúvida a parte mais bacana de qualquer cidade européia. Nessa região o legal é passear a pé, se perder no mapa e encontrar muita coisa bacana. É ali que está a praça Camões e logo na esquina o café A Brasileira com estátua de Fernando Pessoa. Outro ponto interessante para visita é o antigo Convento do Carmo que foi queimado (Rua de Santa Justa). A entrada é paga, a visita é rápida e o lugar é lindíssimo. Arrisco dizer que foi um dos que mais gostei em Lisboa. Na área tem muitas lojas, muitas mesmo, mas eu recomendo sair um pouquinho só do trajeto e passar em uma loja chamada A Vida Portuguesa, que fica na Rua Anchieta, 11. Aviso: é hora de fazer dívidas, porque dá vontade de levar tudo!!

– Minha sugestão de almoço é o resto Fábulas, na Calçada Nova de São Francisco, 14. A decoração é top, tem inclusive mesas que são antigas máquinas de costura! E saindo dali, obrigatório o sorvete da Santini, que é na mesma rua. Aqui todas as minhas sugestões de restaurante.

– Praça do Comércio: sem dúvida a mais famosa da cidade. É um pouco mais afastadinha desse centrão que citei acima, mas dá para chegar a pé fácil. O bom é que no caminho tem muitas ruas legais e lojas! A visita ali é rápida, é ponto público e não tem erro.

– Castelo de São Jorge: saindo dali podem ir ao castelo. A visita é tranquila também e tem uma vista bonita da cidade. A entrada custa cerca de 8 euros e lá dentro o passeio é livre pelas dependências. É bom não se enrolar muuuito, para ainda conseguirem ir pra região de Belém que é mais afastada.

Dia 02

Belém: é bem isso, lá que tem os pastéis e fica do outro lado da cidade. Para chegar até a região, pegue o elétrico 15 (trenzinho sobre terra). Ali tem várias atrações como o Mosteiro dos Jerônimos e a Torre de Belém, que juntos ficam 15 euros. Ainda ali tem o Padrão dos Descobrimentos e o CCB, um grande museu de arte moderna. Se tiver tempo ainda, pode visitar o Jardim Botânico (2 euro) e o Palácio da Ajuda. Ambos ficam depois de uma subida sinistra – não vou mentir, esse trecho é tenso – que você pode minimizar indo de táxi por exemplo. Pra finalizar esse passeio, precisam ir na loja Pasteis de Belém (não tem como não achar, até porque o trenzinho passa e para na frente). Ela é lotadíssima, linda, vale a pena sim!!

roteiro lisboa

Se quiserem aproveitar a região para jantar, é uma ótima escolha. Na beira do rio tem vários cafés e restaurantes aconchegantes seguindo no sentido do centro. Recomendo um que gostei bastante, chama-se A Margem e tem sanduíches com preço legal e bem gostosos. (uma dica: por ser margem de rio, ali venta bastante!)

Dia 03

Oriente: para a parte da manhã, sugiro que comece no bairro chamado Parque das Nações, com descida na estação super moderna, Oriente. A estação é muito bonita, vale as fotos, e também abriga o Shopping Vasco da Gama. Além disso, lá tem um teleférico bacana e se o dia estiver bonito, é legal de atravessar. Ele funciona das 11h às 19h e custa cerca de 6 euros. Saindo dali, siga para o Oceanário, um dos melhores aquários do mundo. Ele abre às 10h e custa 16 euros (é meio caro, mas vale a pena, tem pinguins inclusive).

roteiro lisboa

Campo Pequeno: esse é um ponto mais aleatório e que pode ser interessante. Nesta parada vão ver uma antiga praça de touros de 1892 muito diferente. Não abriga mais touradas, e sim shows e um pequeno shopping subterrâneo. É muito interessante e muito diferente. Paradinha rápida antes do próximo passeio.

roteiro lisboa

Não coloquei muita coisa aqui neste dia pra que você possa descansar um pouco também. Pode acordar mais tarde, passear tranquilo no Oceanário e poder aproveitar o teleférico.

Dia 04

Museu Calouste Gulbenkian: fica perto da praça e é um museu incrível, bastante moderna e com obras e peças históricas bacanas. Ali também tem um planetário, se tiverem vontade de visitar. O museu custa cerca de 7 euros, tem pacotes para mais de uma atração, como museu + planetário também.

roteiro lisboa

– Sé: é igreja e em viagem pra Europa tem que ver igreja antiga! A Sé é uma dessas, cheia de história pra contar. Para chegar lá, é preciso pegar ônibus (37) ou elétrico (12 ou 28). Ali em volta não tem muitas outras atrações. Para visitar os claustros, ele fica aberto até 18h.

De lá sugiro voltarem pro centro ou próximo do hotel para jantar e descansar um pouco.

Na hora de montar seu roteiro e passeios por lá, você pode também buscar uma empresa que ofereça os passeios, descontos de restaurantes e etc. A Viator tem várias opções e os preços são bem justos. Assim se você não quiser se preocupar em ter que cuidar de cada detalhe e dia e horário…

Pra quem está se programando, não perde nosso post “Quanto Custa? Lisboa“.

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Buenos Aires

Estradas no Uruguai x estradas na Argentina

No final de um viagem sempre fazemos um balanço de tudo e acabamos comparando as coisas. Nessa road trip passamos muuuito tempo na estrada e é claro que fizemos comparações entre as estradas que passamos. São diferenças bem interessantes entre um país e outro, e depois de falar das estradas uruguaias e das argentinas separadamente e com vídeos específicos, comparo tudo em um post só. Vou separar por “tema”, assim fica mais fácil pra fazer um comparativo. Uma coisa certa para os dois países: são bons de dirigir!

01. Asfalto

Nos dois países pegamos estradas ruins e boas, rodovias e estradinhas. Na Argentina pegamos estradas maiores, então eram todas asfaltadas. Algumas eram bem novinhas como o trajeto Buenos Aires – Córdoba, então o asfalto estava ótimo. Outros trechos estavam bem acidentados pela passagem de caminhões. A boa notícia é que vimos muitas obras na viagem, ou seja, em breve estarão melhores.

O trecho mais bonito: serras chicas entre Córdoba e Villa Belgrano

No Uruguai as estradas são menores, a maioria é pista única, mas como não tem tanto movimento isso não atrapalha em nada. Pegamos trechos bem de interior, então sim, bons trechos meio largados. Nada de atrapalhasse muito, mas eram estradas mais velhas. A estrada de entrada em Montevideu foi, sem dúvida, a melhor. Ampla, bem pavimentada e fácil acesso.

02. Pedágios

Nenhum pedágio é tão caro quanto os do Brasil, principalmente os do Paraná). A comparação chega a ser ridícula e com o real valorizado frente aos pesos uruguaios e argentinos deixa os preços bem viáveis.

Pegamos trechos com zero pedágio e trechos cheios de pedágio. Na Argentina os valores variaram de 3 a 10 pesos no máximo. No câmbio atual isso dá cerca de R$ 1,05 a 3,50. Preço bastante digno.

No Uruguai o pedágio tem o mesmo valor sempre, 55 pesos. No câmbio da viagem, cerca de R$ 7. Um pouco mais caro que a Argentina, mas a vantagem é que tem menos cobrança. No fim, dá elas por elas. Uma relação entre os gastos:

Pedágios totais na Argentina : R$ 68,95 (Fray Bentos – Buenos – Rosário – Córdoba – Villa Belgrano – Santa Fé – Corrientes – Posadas – Dionísio Cerqueira)

Pedágios totais no Uruguai : R$ 28,60 (Chuy – Punta del Diablo – Montevidéu – Durazno – Mercedes – Dolores – Fray Bentos)

Pedágios totais no Brasil : R$ 81,50 (Curitiba – Praia Grande – Pelotas – Chuí e depois Francisco Beltrão – Curitiba)

Viu? No Brasil rodamos pouco e pagamos muito mais do que nos outros.

03. Policiamento

Antes de ir todo mundo alertou sobre os policiais argentinos. Como falei no post das estradas de lá, acho que tivemos muita sorte, pois não fomos parados por ninguém!

De fato na Argentina tem muito policiamento nas estradas, então tome cuidado. Tem barreiras no meio da estrada, tem muito guarda parado nos acostamentos, tem muita ronda nos caminhos. É tenso, tem que cuidar demais pra não fazer besteira e levar multa.

Já no Uruguai só vi policial na fronteira e nada mais. As estradas são bem vazias – pelo menos na época que fomos – e não tinha policial em lugar nenhum. Mas né, por favor, dirija com cuidado mesmo assim. =D

04. Sinalização

As estradas argentinas tem sinalização sim, mas achei pouco. Faltam placas tipo cidade tal 34km, cidade tal 50km. Veja bem, não é que não tem, tem. Mas poderia ter mais.

Alguns trevos também são meio confusos, com sinalização muito em cima e/ou sem aquele mapinha esquemático das saídas. Além disso sentimos muita falta de placa de “último posto nos próximos 642km”. Essa é importantíssima e não tem.

estrada argentinaTrecho entre Rosário e Córdoba, onde acabou nossa gasolina

Além disso no último trajeto que foi Posadas – Brasil, a coisa fica pior, quase nada de placa e inclusive pegamos uma estrada sem indicação nenhuma nela. Nem pra entrar nela (tivemos que parar e perguntar) e muito menos na estrada em si, do tipo BR 277 – KM 67. Indicação da estrada e altura. Foi bem tenso vide vídeo aqui.

Alguns trechos eu perdoo porque estavam em reforma, então tiraram as placas mesmo, mas outros estão bem largados.

No Uruguai em contrapartida, sinalização excelente em todos os trajetos. Ainda que alguns sejam bem velhinhos, pintados e tal… eles pelo menos estão lá. Em nenhum momento ficamos na dúvida de onde estávamos, de onde entrar, qual acesso, qual distância. Sinalização perfeita, vá tranquilo e sem GPS que você vai conseguir!

Ah, nos dois países sentimos falta de olho de gato para noite (não tinha em nenhum trecho) e aquelas setas/numeração nas curvas. Em alguns casos era bem necessário que tivesse. Pra quem não conhece as estradas, são utilíssimas!

05. Movimento

Aqui a diferença é enorme. Nas estradas argentinas pegamos movimento considerável. Nada de parar na estrada por causa de caminhões, aliás, foram poucos caminhões passados. Mas tinha uma ação melhor nas estradas. Digo isso porque no Uruguai éramos nós e a gente. Nadica, quase ninguém na estrada.

O trecho mais movimentado foi obviamente na saída e entrada de Montevidéu, mas depois fluía, dividia e de novo só nós.

As viagens mais pesadas foram no Brasil. Movimento, caminhões, muito cuidado. Argentina e Uruguai? Tranquilaço! Tão tranquilo que eu, que nunca dirigi em estrada, peguei o carro pra ver como é que era.

estradas uruguai

Pra quem quer aprender a dirigir na estrada, comece no Uruguai. #dica

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– 5 motivos para viajar de carro no Uruguai

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– Como são as estradas no Uruguai

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– Como é dirigir em Buenos Aires

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Rosário, o berço da bandeira Argentina

Depois de Buenos Aires, seguimos viagem pela Argentina. O próximo destino era Córdoba, mas como fica bem longe de BUE (cerca de 7h), resolvemos colocar Rosário no meio da viagem para 1.conhecer 2.almoçar e 3.descansar um pouco.

Tirando o fato de que o trecho BUE-Rosário foi o mais violento com as libélulas (sério, matamos milhares! tinham muitas na estrada), foi uma excelente escolha.

rosárioA chacina das libélulas. A prova do crime!

Pra falar a verdade eu nunca tinha ouvido falar nessa cidade e muito menos pesquisado sobre. Quando estávamos planejando o roteiro, vimos várias no mapa e por fim escolhemos fazer a parada em Rosário.

Por incrível que pareça a cidade é bem grande e achei muito legal conhece-la. Antes de ir um amigo alertou sobre a violência, pois na entrada da cidade pode ser um pouco perigoso. No começo entramos o mais rápido possível até chegar na parte mais urbana. Sobre isso do perigo, só o que vimos foi muitos – MUITOS – limpadores de vidro, mas assim, muito mesmo. Fora isso foi bem tranquilo.

Logo na entrada, a via de acesso é uma avenida super organizada e lindíssima, toda arborizada e bem cuidada. Eu gostei bastante, olha aqui no vídeo:

Como Rosário não tem aquela quantidade de pontos turísticos, fomos direto ao principal, o Monumento a Bandeira. No título comentei sobre isso, a cidade foi o berço da bandeira do país e tem um monumento inacreditavelmente lindo a ela. Ficamos um tempão passeando e fotografando o lugar.

rosário

Quando fomos estava bem tranquilo e deu pra aproveitar a sombra do prédio pra refrescar e observar todo o prédio. E sim, subimos todas as escadas do outro lado debaixo daquele sol de 80 graus.

rosário

Do outro lado já fica o centro da cidade, a catedral, uma mini casa rosada, pracinha, muito comércio e movimento.

rosário

Aproveitamos para almoçar no restaurante mais antigo da cidade, o Lo Mejor del Centro, um restaurante que precisou ser fechado e em seguida os garçons da casa se uniram e criaram uma cooperativa para abrir a casa novamente. Bacana né?

Nós pedimos massas, mas tem carnes também, claro, é Argentina!

rosário

O ambiente é bem simples, confesso que é difícil de achar porque não é muito bem sinalizado, mas a comida vale a pena. Pratos ultra bem servidos e baratíssimos!!

Antes de seguir viagem até Córdoba, paramos para um sorvete. Loja típica conhecida da cidade: De Buen Humor. Fica bem central também e tem várias opções de sorvete, sucos, sundaes e etc. Eu peguei um que era coco e tangerina (sim, era 2 em 1) e um clássico de chocolate. Gostei demais e recomendo!

rosário

No fim, adorei Rosário, achei a cidade encantadora e muito mais do que eu esperava. De lá seguimos para Córdoba e a maior aventura/fail da minha vida: acabou a gasolina no meio do caminho! Mas isso… isso são cenas dos próximos capítulos, com muitos vídeos do ocorrido.

Como ir a San Isidro

Buenos Aires é uma cidade cheia de coisas pra fazer, mas você ainda pode aproveitar sua estadia lá para conhecer alguns pontos nos arredores. Ali você tem a opção de passar um dia no Tigre e um dia (ou dois, ou três…) em San Isidro, duas cidades gracinha e bem próximas da capital.

Você pode chegar até elas de táxi ou de carro, mas a viagem mais bacana, mais barata e sem preocupações de como ir a San Isidro é pelo Tren de La Costa. (sim, tem trem na Argentina gente!)

san isidroFalei que o passeio era legal, não que o trem era bonito. Todo zoado =(

Faz séculos que quero conhecer San Isidro e nunca consegui tempo/companhia pra ir até lá, e nessa viagem eu tinha-que-ir pra lá, era caso de vida ou morte. A viagem ainda foi a salvadora do dia, porque tivemos uma manhã frustrada em Buenos Aires.

Bem, como falei a forma mais bacana de ir até lá é com o trem. A viagem é muito rápida, coisa de 20 minutos e bem barata: de Buenos para lá você gasta em torno de 30 pesos por trecho. O bilhete pode ser comprado na hora na bilheteria ou ainda dentro do próprio trem com a fiscal.

Aí vem a grande pergunta: e onde pego esse trem? A estação não é central e tem várias formas de chegar até ela:

1. Táxi: mais rápido e cômodo, porém mais caro também, cerca de 50 pesos, depende de onde for seu ponto de saída.

2. Ônibus: pegue o número 152 que passa atrás da Casa Rosada com direção a Olivos (que é uma cidade metropolitana de onde sai o trem). É quase 1h de viagem, mas o bacana é que ele dá uma boa volta pela cidade e já é um passeio a parte.

3. Metrô: a forma mais rápida e barata! Você pode pegar a linha verde (D) e ir até a estação final que é Congresso de Tucumán. Saindo da estação você estará na Avenida Cabildo e dali precisa pegar o ônibus 152 (vide indicação acima) e mais uns 10 minutos de viagem para chegar. Ok, você pode ir a pé também se quiser.

4. Trem direto: você pode pegar um outro trem na estação de Retiro com direção a Mitre. Chegando lá é só atravessar a rua para chegar na Estação do Tren de La Costa.

A estação é enorme, não tem como não ver. Uma vez dentro do trem, aproveite o passeio curto porém interessante passando pelo Tigre. No vídeo acima tem um bom trecho da viagem.

Vou ser muito legal e aqui tem 7 – eu disse SETE – roteiros pra fazer em San Isidro. Desce do trem e vem!

san isidro

5 motivos para viajar de carro no Uruguai

Muita gente fica na dúvida na hora de fazer uma viagem de carro. Mas e o trânsito? E as leis? E a gasolina? Dentre outras dúvidas relacionadas a isso. Como toda viagem, sempre surgem dúvidas na hora do planejamento e escolha do roteiro. Antes de ir pro Uruguai e pra Argentina de carro eu também pensei muito antes e aceitei entrar nessa depois de conversar com quem já tinha ido. Foi, como já falado por aqui, uma ótima escolha. A viagem foi ótima e o tempo que passamos na estrada só complementou cada pedacinho do dia.

Eu gostei muito muito muuuito dos trajetos no Uruguai, e por isso vou listar aqui 5 bons motivos pra você sentar atrás do volante e ir já pra lá:

1. As estradas são vazias

Gente, que beleza é dirigir sem se preocupar com 8784792 caminhões lentos e perigosos na pista. Que beleza é não ficar preso em estradas congestionadas e que beleza é ter só você na estrada.

A maior parte das estradas é vazia e tranquilinha. No stress, nada de atrasos no roteiro e dor de cabeça. Acho esse um ponto BEM considerável.

estradas do uruguai

2. Poucos pedágios e baratos

Quem é paranaense vai considerar mais ainda esse detalhe: pedágio justo. O Uruguai tem poucos pedágios, meio que 1 por estrada mais ou menos. Eu já comentei aqui que são baratos, mas repito, 55 pesos uruguaios (R$ 7,70) em todas as cabines. Melhor do que os quase R$ 16 que pagamos para ir de Curitiba ao litoral, uma longa viagem de 1h. ¬¬

3. Bem sinalizada

Não precisa nem de GPS, as estradas são simples, sem muitas bifurcações e rotatórias e quando tem é fácil se achar. Claro que o pouco movimento da estrada potencializa a facilidade, porque você pode diminuir a velocidade caso precise ler as placas. A coisa é que não faltam setas, distâncias e nomes de todos os lugares.

4. Não precisa se preocupar com documentações

A única coisa que você precisar fazer é um seguro chamado Carta Verde que é uma mamata de tirar e não é caro. Este é o único documento solicitado (além de CNH normal, óbvio). Não precisa de carteira internacional, não precisa adicionar coisas no carro nem nada. Seguro e boa viagem!

5. A paisagem é bonitona!

Ahhhhh tem coisa mais gostosa do que viajar com vista bonita? Campos, lagos, plantações, vaquinhas… muito bucólico e a perder de vista… até achar um pequeno castelo no meio do caminho, olha só que surpresa:

estradas do uruguai

OUTROS POSTS SOBRE ESTA VIAGEM:

– Quanto custa? Uma viagem de carro por Argentina e Uruguai

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– Comparando: estradas no Uruguai x estradas na Argentina

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– Como é dirigir em Buenos Aires

– Como é a fronteira do Chuí

– Carta Verde, seguro obrigatório para dirigir na América do Sul

 

Como é a fronteira Uruguai e Argentina por Fray Bentos

Depois de alguns dias rodando no Uruguai, fomos pra Argentina. A ideia inicial era atravessar de barco ali por baixo, claro, mas o preço dessa aventura não funcionou para nós. Para atravessar um carro e 2 pessoas a tarifa chegava aos R$ 1.000 e achei um pouco sem noção pagar este valor. Foi por isso que mudamos o roteiro e colocamos as pequenas cidades de Dolores e Mercedes, pois resolvemos atravessar a fronteira por terra mesmo, ali pertinho de Fray Bentos.

Antes de viajarmos todo mundo sem exceção tinha avisado dos policiais argentinos, que paravam, pediam propina, etc. Obviamente já fomos pra lá com coração na mão, morrendo de medo. No dia que atravessamos estava a maior chuva (postei aqui sobre) e foi assim o dia todo, tanto no Uruguai quanto na Argentina até quase Buenos Aires.

Diferente da fronteira no Chuí, a fronteira Uruguai e Argentina era bem maior, mais arrumada e com fiscalização de verdade. O prédio é grande, comprido, como uma praça de pedágio só que maior. Chegamos abaixo de chuva e na nossa frente tinham 2 carros. Um deles passou e logo em seguida do guichê foi parado e 2 fiscais foram lá conferir tudo. JÁ MORRI AÍ NÉ. Depois de tantos comentários sobre a polícia argentina, pari 5 filhos nessa viagem, a cada policial no caminho.

Enfim chegou a nossa vez. Todos os documentos em mãos e ele pediu apenas o RG. Entregamos, ele escreveu fichinha aqui, outra fichinha ali, carimbinho, entregou e mandou seguir.

Pensamos: ok, agora seremos parados e revistados e extorquidos. Mas para surpresa total, os mesmos fiscais que verificaram o carro anterior nos olharam com uma carinha amigável. Encostamos meio que prontos para parar e ele “adelante!”. U-FA. Passamos! Que sensação mágica foi essa (até parece que somos foragidos falando haha). Deu tudo certo.

Não sei se foi pela chuva, se foi porque era dia 02 de janeiro, se eles estavam com preguiça ou se realmente ali na fronteira eles são mais tranquilos. No fim deu tudo certo.

Em seguida à fronteira tem uma pequena guarita de pedágio de entrada. Aí foi caro, 70 pesos (cerca de R$ 25) só para cruzar. Segundo o guarda, esse é o pedágio mais caro, e realmente, de toda a viagem, esse foi o mais caro.

Aqui embaixo coloco um video com uma pequena compilação de partes desse trajeto. Olha a chuva, a estrada e as pontes enormes! (não tem som mesmo, perdoem-me):

Por fim passamos ilesos e rapidamente pela fronteira. Sem apresentar trocentos documentos, sem entrevista, sem revista, sem propina. Foi perfeito!

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Aluguel de carro no Chile

Antes de viajar para Santiago, eu pesquisei bastante sobre aluguel de carro no Chile, pois como eu disse no meu primeiro post, eu sempre quis ir até Santiago de carro, especialmente porque meu sonho era dirigir na Cordilheira dos Andes, mas como eu não tinha tempo para isso, decidi matar essa vontade de dirigir na montanha alugando um carro e explorando as redondezas de Santiago.

O que ajudou mais ainda na minha decisão de alugar o carro e realizar os passeios por conta própria é porque eu gosto de fazer as coisas no meu ritmo. Não sou fã de excursões e tento evitá-las sempre que possível. Só utilizo esse tipo de serviço quando realmente não me restam mais opções ou estou com o tempo curto no destino, porque eu prezo muito pela liberdade de poder ficar 5 minutos no lugar que eu não gosto e 2 horas no lugar que eu gosto. Meu trauma foi gerado em viagem a Buenos Aires, quando a excursão me deu 15 minutos para eu explorar as redondezas da Casa Rosada e 8924738924 horas para ficar no outlet.

Mas voltando ao assunto, eu li as mais diversas opiniões variando desde o “se você dirigir nos Andes você vai morrer” até o “pegue seu 4×4 e saia da estrada principal”. Minha opinião: se você tem vontade, faça.

Para alugar meu carro eu escolhi a Chilean Rent a Car e o principal motivo de escolher essa empresa foi porque o site deles tem versão em português e achei bastante fácil fazer as simulações. Como eu nunca havia alugado carro antes, não queria correr nenhum risco por não saber interpretar direito alguns itens dos termos e condições.

Vale lembrar que o Chile é um país que faz parte da convenção de Viena, a qual permite que motoristas estrangeiros dirijam em outros países utilizando a carteira de habilitação do país de origem.

aluguel carro chileFonte: Blog RentCars

A escolha do carro

Em viagem ao Chile, a escolha do carro deve ser feita de acordo com o estilo da sua viagem. Quem pretende ficar rodando só dentro da cidade, pode ir sem medo na opção mais barata, o Citycar, já os aventureiros não abrem mão de um 4×4. É importante ler o que cada categoria de carro oferece para saber qual preenche suas expectativas. Eu escolhi o Compact Elite porque eu queria um carro com airbag duplo e esse era o mais barato entre as opções.

aluguel carro chile

Leia sobre cada categoria de carro antes de iniciar a sua reserva para não precisar parar no meio da reserva para ler sobre o carro. A listagem completa dos itens que cada categoria de carro oferece você encontra no site.

É importante dizer aqui que nem todos esses carros tem permissão para cruzar a fronteira, então caso esteja pensando em ir até a Argentina, verifique com qual deles é possível e não esqueça de avisar a locadora que vai fazer isso com pelo menos 3 dias de antecedência, pois será necessário pagar taxas extras pelas licenças para atravessar a fronteira.

Fazendo a reserva

1) Escolha o local de retirada e devolução do veículo, a data e o horário.

aluguel carro chile

Você tem opção de retirar no escritório da Chilean Rent a Car, localizado no bairro Providencia, muito próximo ao Patio Bellavista; no aeroporto ou, ainda, eles oferecem um serviço que leva o carro até o seu hotel mediante o pagamento de taxa adicional. Não esqueça de verificar se os horários de retirada e devolução escolhidos por você estão dentro dos horários de funcionamento da locadora, pois se você retirar/devolver fora de horário, terá que pagar taxa adicional também.

2) Escolhendo o carro e serviços adicionais

Na etapa seguinte você vai selecionar o carro de sua preferência e os serviços adicionais como: isenção de franquia em caso de sinistro, corrente para os pneus (o uso é obrigatório para quem vai subir a montanha com neve), serviço de motorista particular, devolução em outro escritório, devolução em outra cidade, devolução fora de horário, GPS, permissão para cruzar a fronteira, porta esqui, cadeira de bebê, entre outros.

Eu fiz a reserva para dois dias e optei por contratar como serviço adicional a isenção de franquia (CLP4.500/dia) e o GPS (CLP3.500/dia). Os seguros de roubo, colisão e contra terceiros já estão inclusos no valor da diária, assim como assistência 24 horas e a TAG do pedágio urbano.

Retirando o veículo

Eu escolhi retirar o veículo no escritório no bairro Providencia, pois como era próximo ao Patio Bellavista, eu já aproveitaria para pegar o carro para voltar para o hotel no final da tarde.

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O atendimento no escritório é maravilhoso, como em todos os lugares de Santiago. Não importa se você está no camelô na rua, na locadora de carros, no restaurante chique ou na lanchonete da esquina, no Chile o atendimento é muito bom em todos os lugares. Muito bom e eficiente. Em menos de 30 minutos já havíamos assinado todos os documentos, feito a inspeção no carro e eu já estava saindo dirigindo pela primeira vez um carro alugado fora do país, feliz igual criança quando ganha brinquedo novo.

aluguel carro chile

Sobre o carro

Não sei se toda a frota da Chilean é nova, mas pelo que pude ver no pátio, pareceu que sim. O carro que eu peguei tinha menos de 5 mil km rodados e estava em ótimo estado. Na inspeção notamos pequenos riscos e acho importante ser bem detalhista nessa hora para não passar por nenhum aborrecimento na hora da devolução. Os caras falaram que nós pegamos uma lupa para enxergar os riscos, porque eram realmente muito pequenos. Hahaha.

Eles não entregam o carro com o tanque cheio. Eles verificam quantas barras estão preenchidas e depois você tem que devolver com a mesma quantidade de barras. Achei um pouco desvantajoso isso, pois é mais prático o sistema do tanque cheio, mas não chega a ser um um problema, só que é bom se planejar bem pra não acontecer igual eu, que devolvi o carro com mais combustível do que peguei, pois enchi o tanque e como as condições climáticas atrapalharam meus passeios, rodei apenas metade da quilometragem prevista. E vou te falar uma coisa: se você acha o preço da gasolina no Brasil um absurdo, espere até pagar cerca de R$4/l em Santiago.

Nosso carro era um Hyundai Accent Hatch, muito bonito. Adorei e é muito bom para dirigir, mas não tem no Brasil 🙁 Sou suspeita para falar dos carros da Hyundai porque é a minha marca queridinha do momento. Já me perdi nas contas de quantas vezes estive dentro da concessionária fazendo simulações para comprar um carro deles, mas infelizmente a diferença de valor para um da mesma categoria de outras montadoras é de uma viagem para Nova Iorque! Pois é, essa é a medida de todas as coisas para mim. Diferença de valores são contados assim: “nossa, mas isso é uma viagem para lugar x”.

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Entregando o carro

A entrega do carro foi mais eficiente ainda do que a retirada. Eu achava que demoraria mais, mas enquanto eu fazia o cancelamento da garantia eles já foram fazendo a inspeção e foi tudo MUITO rápido e fácil mesmo. Fiquei impressionada, porque eu imaginava que alugar um carro fora do país fosse bem mais difícil.

Valor

De maneira geral, os valores nas mais diferentes locadoras são praticamente os mesmos, então acho que esse não precisa ser o fator decisivo na escolha da locadora. Leia bem e veja qual está mais perto do seu hotel, qual tem acesso mais fácil, qual apresenta mais coberturas e, por que não, qual você simpatiza mais. Eu recomendo a Chilean Rent a Car e, quando eu voltar ao Chile, locarei com eles novamente, pois fiquei extremamente satisfeita.

O valor que eu paguei pelos dois dias de locação + isenção de franquia + GPS + impostos foi de CLP85.800, pouco mais de R$460,00.

Se eu achei caro? Depende do ponto de vista. Quando você está sozinho e não tem vontade de dirigir, é caríssimo. Quando você está viajando com outras pessoas pode ficar muito barato, pois os passeios oferecidos pelas agências são cobrados por pessoa e acaba ficando mais caro do que o aluguel do carro. Eu viajei com a minha mãe e a minha tia e, por isso, alugar um carro foi uma opção bastante econômica. Se essa tivesse sido mais uma das minhas viagens sozinha, seria caro, mas mesmo assim eu alugaria o carro para poder realizar meu sonho de dirigir na montanha ♥

Lembretes

– Documentos que você vai precisar na locação: passaporte (ou identidade com menos de 10 anos de emissão), carteira de habilitação, cartão de crédito para a garantia de CLP350.000 (não se preocupe, pois esse valor será estornado depois);

– A quilometragem é livre e você pode indicar um condutor adicional sem custo;

– Não economize quando o assunto é segurança, pois as estradas são bem diferentes das nossas e estar prevenido é preciso: contrate a isenção de franquia;

– Verifique óleo e água, calibre os pneus e boa viagem!

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