Milhas e mais milhas

Pra quem gosta de viajar, nada melhor do que o sistema de milhagem. E nada melhor ainda do que programas de fidelidade que geram milhas. Os postos Ipiranga tem esse sistema de fidelidade que dá pra trocar os pontos!

Existem várias maneiras para acumular e várias opções de troca, mas convenhamos que a mais interessante aqui, são as queridas milhas.

Você consegue 100 pontos só por se cadastrar no sistema, e ganha 100 pontos sempre que indica um amigo e este se cadastra. Ok, aí já é uma ajudinha, mas o sistema funciona mesmo quando você abastece, claro.

* Cada R$ 1 em compras = 1 km de vantagem (ponto, no caso).

* Cada R$ 1 em compras no posto favorito (você tem a opção de escolher um) = 2 km de vantagem.

* R$ 1 em compras com cartão Ipiranga = 2 km de vantagem.

* R$ 1 em compras com cartão Ipiranga no posto favorito = 3 km de vantagem.

Eu achei a idéia ótima, e agora só abasteço lá no Ipiranga. Para se cadastrar e entender melhor como tudo funciona e todas as vantagens, entre aqui e boa viagem!!

UPDATE: se vocês quiserem ser camaradas, podem mandar os e-mails aqui, eu mando o cadastro e vocês me ajudam a ganhar uns pontinhos aí. Hã? Hã? Super podia né?

Restaurantes: Dona Onça – SP

Hoje vou fazer um post mais rapidinho pois estou meio sem tempo. Vou aproveitar pra falar de um restaurantinho super bacana em São Paulo, o Bar Dona Onça. Já estive 3x em SP e confesso que não conheço muito da cidade, mas nesta última ida meus amigos me levaram neste restaurante que achei bacanérrimo.

Foto do site http://www.oscorujas.com.br

O cardápio tem preços que variam de R$ 28 a R$ 39 e são individuais. Tem desde salada até massas e carnes, sopas e até um especial de arroz. É hiper bem servido e a comida tem aquele sabor caseiro.

Foto Divulgação

O restaurante não é muito grande, mas é muito aconchegante. Fica embaixo do Edifício Copan, de Niemeyer.

Uma deliciosidade do lugar, é que quando vem o cafezinho, vem um brigadeirinho (dentro de uma forminha com estampa de onçinha) que é incrível! Como não tomo café, meu amigo me deu o dele, mas no final acabamos pedindo pro garçom mais uns e ele trouxe sem problemas. Aliás, fomos muito bem atendidos e quando fizemos um pedido pra levar veio em uma sacola preta super tchans e com papel de seda de onça também em cima, toda produzida. Achamos um mimo! Hahaha.

Foto Divulgação

Bariloche, minha primeira viagem internacional

Bariloche… foi pra Bariloche a primeira viagem internacional que eu fiz. Já faz uns 8 anos, quando eu nem era tão maluca por viagem assim. Fui com meus avós, que adoram a cidade e já foram 6x para lá, e queriam muito que eu fosse conhecer.

Não preciso comentar que ameeeei a mini cidade. Além de toda bonitinha, foi a primeira vez que vi neve e tive a experiência de esquiar (não que eu tenha super esquiado né, porque é meio que difícil e tal). Outra coisa que adorei é que a população é muito simpática, educada e mega atenciosos em todos os lugares. A cidade em si tem poucos pontos turísticos, lembro de ter ido à Catedral e na pracinha central (vide foto abaixo) e na sequencia da praça tem a principal rua de comércio e turismo. Os edifícios em estilo medieval estão localizados ali. O centro foi inaugurado em 1934, e ali se encontram: a Prefeitura, a Secretaria Municipal de Turismo, Polícia Local, Museu da Patagônia e Biblioteca Sarmiento. O cassino é bem bacana, dá pra se divertir um pouquinho antes de sair pra balada, por exemplo, sem contar que lá é tudo meio perto e dá tranquilamente pra ir a pé, a cidade é super segura e andar 3h da manhã na rua só faz você fazer amigos argentinos. Sério.

Um dos lugares mais bacanas que fomos é o famoso Cerro Bayo. É enormeeeee, levemente afastado da cidade (cerca de 40min mais ou menos). Lá tem coisas pra quem não quer esquiar e só quer comprar ou sentar numa casinha pra tomar café, comer alguma coisa… e claro, tem as montanhas. Pra esquiar você tem que alugar uma roupa especial e os esquis (é bom ler esse post aqui também). Realmente não lembro quanto custa, mas essas coisas não são muito baratezas, e além disso pra subir nas montanhas tem que pagar o passe, esse sim é um preço normal, tanto porque você usa o dia inteiro e pode subir e descer quando quiser.

A parte mais gelada é a subida. Gente que frio que rola! Lá em cima quando você começa a esquiar e tem solzinho, você sente calor. Eu senti e fiquei só com 1 blusinha de manga comprida na aulinha de esqui. A parte mais alta da montanha é tipo mega frio… lá em cima a sensação térmica chegou a -25 (menos vinte e cinco, oi?).

Outro lugar legal é o Teleférico Cerro Otto, 5km do centro e com uma vista espetacular. Tem também o Cerro Campanário, bem menor do que o Cerro Bayo e também mais longe, e a Isla Victoria, que eu pessoalmente achei uma das coisas mais bonitas ever! O passeio é de barco e dura 30 min. Depois lá tem uma vilazinha bonitinha e tal.

Os fondues, chocolates, carnes e vinhos são ótimos! E alguns pacotes de viagem fazem passeio a uma loja local com degustação.

A cidade tem algumas casas noturnas, mas fui apenas em uma, a Cerebro. A entrada para estrangeiros custava 60 pesos e para argentinos 40. Como fizemos dois amigos portenhos, eles chegaram lá e esquematizaram pra gente. Conseguimos pagar os 40 pesos para entrar e com direito ao guarda-volumes e uma bebida. A casa é bem grande e tem várias pistas. Toca de tudo, inclusive axé que eles ADORAM e todo mundo canta junto Ivete Sangalo e É o Tchan.

Por um acaso do destino hoje recebi um e-mail da CVC com uma promoção para Bariloche. A melhor época pra ir é o inverno com certeza, mas se puder escolha a primeira semana da baixa temporada (normalmente começo de agosto). Você vai encontrar 5% menos de neve e 50% menos no preço no pacote. As viagens pra lá não são com menos de 7 dias e realmente acho que menos dias não vale a pena, porque ir até os cerros esquiar toma um tempinho!!

* Ah! Sabe o que mais? Achei os homens de lá lindoooos!!

Turista: Paris por Marina Fabri

Hoje, pela primeira vez aqui neste blog, a categoria Turista. Nesta categoria um convidado especial vem contar sobre sua experiência de viagem. Quem veio fazer a abertura do “turista” foi minha grande amiguinha Marina do Coisas de Diva. Ela passou um mês na Europa estudando francês, e nada mais digno do que ela contar pra gente como foi o processo e o que ela achou da cidade, right?

Olha o que ela contou pra gente:

Sempre quis muito conhecer a Europa, em especial Paris (clichê, eu sei, mas é a verdade). Mais ou menos na metade do ano passado, decidi que ia mesmo e resolvi também estudar francês, o que já fazia aqui. Já fui negociando minhas férias no trabalho, vendo possibilidades e custos e etc. Acabei fechando tudo com a Central de Intercâmbio – um mês na Europa, sendo três semanas de curso de francês. Não tive nenhum problema com eles, que me ajudaram com toda a burocracia e tal, inclusive com relação à acomodação.

Fiquei em casa de família e não me arrependi. Minha casa era ótima, tinha localização incrível (na beira do Sena, com vista para a torre Eiffel), eu tinha um quarto só para mim com banheiro, TV e wireless. Fiquei muito em dúvida com relação a isso antes de ir, mas depois que cheguei e conversei com pessoas que estavam em alojamentos estudantis, fiquei aliviada. Várias pessoas estavam em lugares longe do centro e até perigosos, além de terem chegado e encontrado os quartos sujos. Então fica aqui a dica para quem está pensando em ficar em alojamentos: prestem atenção aos detalhes!

Na minha escola, France Langue, encontrei professores muito legais e solícitos. Também não tive o menor problema lá. Cheguei no primeiro dia, fiz a prova de nivelamento e já comecei. Essa escola é especializada em alunos estrangeiros e você pode estudar em módulos de uma semana, escolhendo quantas quiser e também o número de horas/aula. Eu fiz o máximo que dava, 30 por semana.

Com relação à cidade, Paris é mesmo incrível. Tem tanta coisa para ver e fazer que às vezes é até difícil decidir. Mas acho impossível ir à Paris e não passar uma tarde no Louvre, não subir na Torre Eiffel, não andar pela Champs Élyseées inteira – do Arco do Triunfo até o Grand Palais, aí fazer a curva e chegar na Place de La Concorde, não descobrir os mil jardins escondidos ou as ruas de lojas incríveis, não comer pão, queijo e tomar vinho… Ah, tem tanta coisa! E mesmo assim, tenho certeza de que ainda faltou muita coisa para ver. Melhor, tenho uma desculpa para voltar o quanto antes!

Visa Travel Money

Pra quem gosta de viajar, nada melhor do que o Visa Travel Money. Foi a descoberta do século pra mim, e se você ainda não sabe o que é, tem que continuar lendo.

Se tem uma coisinha meio chata na hora de viajar, é ter que trocar dinheiro e levar um maço de notas separadas em vários bolsos, malas e etc, certo? Então, com o Visa Travel você leva um pouquinho de dinheiro e todo o resto no cartão! Muito mais fácil.

Para fazer basta ir em uma casa de câmbio, fazer o cadastro, depositar o dinheiro (como em um banco normal) e… gastar em qualquer lugar do mundo. O cartão tem uma taxa de R$ 10 para aquisição, dura até 3 anos e dá pra usar em qualquer país. Dá pra sacar em qualquer caixa eletrônico Visa (com uma taxa de USD 2,50) ou pagar em qualquer estabelecimento credenciado, sem taxas!

O valor mínimo de depósito inicial é de USD 100, e se você for sei lá… pra Índia, pode retirar o dinheiro em moeda local quando precisar. Além disso é possível acompanhar pela internet toda a movimentação do seu cartão, super detalhado e fácil. Para cancelar o cartão basta ir até a casa de câmbio, devolver o cartão e pegar o dinheiro de volta.

Para maiores informações acesse este site.

Se ainda não conhece nenhuma casa de câmbio, sugiro que faça uma ótima pesquisa antes. Eu utilizava a Confidence, até que por erro deles fiquei sem dinheiro na Ásia e precisei entrar na justiça. Leia mais sobre todo esse rolo aqui. Hoje em dia tenho usado a Flex Câmbio. Além de terem tarifas mais baixas, são muito mais rápidos e ágeis. Espero não ter problemas com eles também!!

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