Harrods

Compras, compras e mais compras! Estou no pique da nossa amiga Bru que não para de fazer listas e mais listas para nossas próximas viagens e resolvi escrever um pouquinho sobre esta loja incrível, a Harrods de Londres.

Uma loja enorme assim e cara assim, você pensa “nem deve ter muita gente comprando e tal”. Há. Os 5 andares da loja, cheios de grandes marcas de tudo o que dá pra se imaginar, tem aquele movimento normal de loja, suportável, tipo dá pra transitar no ambiente e ver as coisas. Já o térreo é uma loucura! Não dá pra dar 1 passo, é um trânsito humano e de sacolas inexplicável.

É nesta área da loja que estão os produtos mais “baratinhos” e ao meu ver até mais interessantes. tem uma grande sala de cosméticos, maquiagens e perfumes; outra grande sala de acessórios; uma parte com restaurantinhos e cafés; a parte que eu mais gosto que é a de doces, balas, geléias, chás, bolachinhas e comidinhas do gênero; uma parte com presentes e bichinhos e caixinhas fofas; e também um mercado, com direito à tenda de carnes, frutos do mar e tudo o mais que se tem direito!.

Como sou pobre e nem posso ousar subir aos outros andares para talvez quem sabe de repente comprar alguma coisa, sempre fico neste primeiro andar mesmo. Ali já sou feliz. Como sou fanática por chás e doces, posso passar uma tarde tranquilamente por ali, vendo tudo com calma e querendo tudo! Minha sorte é que o preço ali é tipo acessível. se for converter sempre fica caro, mas nessa parte dá pra abstrair MESMO.

Percebi que os londrinos realmente vão até lá para comprar coisas no mercado. Eles realmente usam essa parte da loja, mesmo tendo preços um pouco mais altos quando comparados a um mercado comum. Imagina: “filha, vai lá na Harrods comprar granulado pra eu terminar o bolo.” No mínimo chique.

Sem contar as embalagens da loja. É uma perdição! Eu e meu pai chegamos a comprar coisas lá SÓ por causa delas (pelo menos os produtos eram decentes e pudemos consumir, hahaha).

Não são lindas???

Milhas e mais milhas

Pra quem gosta de viajar, nada melhor do que o sistema de milhagem. E nada melhor ainda do que programas de fidelidade que geram milhas. Os postos Ipiranga tem esse sistema de fidelidade que dá pra trocar os pontos!

Existem várias maneiras para acumular e várias opções de troca, mas convenhamos que a mais interessante aqui, são as queridas milhas.

Você consegue 100 pontos só por se cadastrar no sistema, e ganha 100 pontos sempre que indica um amigo e este se cadastra. Ok, aí já é uma ajudinha, mas o sistema funciona mesmo quando você abastece, claro.

* Cada R$ 1 em compras = 1 km de vantagem (ponto, no caso).

* Cada R$ 1 em compras no posto favorito (você tem a opção de escolher um) = 2 km de vantagem.

* R$ 1 em compras com cartão Ipiranga = 2 km de vantagem.

* R$ 1 em compras com cartão Ipiranga no posto favorito = 3 km de vantagem.

Eu achei a idéia ótima, e agora só abasteço lá no Ipiranga. Para se cadastrar e entender melhor como tudo funciona e todas as vantagens, entre aqui e boa viagem!!

UPDATE: se vocês quiserem ser camaradas, podem mandar os e-mails aqui, eu mando o cadastro e vocês me ajudam a ganhar uns pontinhos aí. Hã? Hã? Super podia né?

Restaurantes: Dona Onça – SP

Hoje vou fazer um post mais rapidinho pois estou meio sem tempo. Vou aproveitar pra falar de um restaurantinho super bacana em São Paulo, o Bar Dona Onça. Já estive 3x em SP e confesso que não conheço muito da cidade, mas nesta última ida meus amigos me levaram neste restaurante que achei bacanérrimo.

Foto do site http://www.oscorujas.com.br

O cardápio tem preços que variam de R$ 28 a R$ 39 e são individuais. Tem desde salada até massas e carnes, sopas e até um especial de arroz. É hiper bem servido e a comida tem aquele sabor caseiro.

Foto Divulgação

O restaurante não é muito grande, mas é muito aconchegante. Fica embaixo do Edifício Copan, de Niemeyer.

Uma deliciosidade do lugar, é que quando vem o cafezinho, vem um brigadeirinho (dentro de uma forminha com estampa de onçinha) que é incrível! Como não tomo café, meu amigo me deu o dele, mas no final acabamos pedindo pro garçom mais uns e ele trouxe sem problemas. Aliás, fomos muito bem atendidos e quando fizemos um pedido pra levar veio em uma sacola preta super tchans e com papel de seda de onça também em cima, toda produzida. Achamos um mimo! Hahaha.

Foto Divulgação

Bariloche, minha primeira viagem internacional

Bariloche… foi pra Bariloche a primeira viagem internacional que eu fiz. Já faz uns 8 anos, quando eu nem era tão maluca por viagem assim. Fui com meus avós, que adoram a cidade e já foram 6x para lá, e queriam muito que eu fosse conhecer.

Não preciso comentar que ameeeei a mini cidade. Além de toda bonitinha, foi a primeira vez que vi neve e tive a experiência de esquiar (não que eu tenha super esquiado né, porque é meio que difícil e tal). Outra coisa que adorei é que a população é muito simpática, educada e mega atenciosos em todos os lugares. A cidade em si tem poucos pontos turísticos, lembro de ter ido à Catedral e na pracinha central (vide foto abaixo) e na sequencia da praça tem a principal rua de comércio e turismo. Os edifícios em estilo medieval estão localizados ali. O centro foi inaugurado em 1934, e ali se encontram: a Prefeitura, a Secretaria Municipal de Turismo, Polícia Local, Museu da Patagônia e Biblioteca Sarmiento. O cassino é bem bacana, dá pra se divertir um pouquinho antes de sair pra balada, por exemplo, sem contar que lá é tudo meio perto e dá tranquilamente pra ir a pé, a cidade é super segura e andar 3h da manhã na rua só faz você fazer amigos argentinos. Sério.

Um dos lugares mais bacanas que fomos é o famoso Cerro Bayo. É enormeeeee, levemente afastado da cidade (cerca de 40min mais ou menos). Lá tem coisas pra quem não quer esquiar e só quer comprar ou sentar numa casinha pra tomar café, comer alguma coisa… e claro, tem as montanhas. Pra esquiar você tem que alugar uma roupa especial e os esquis (é bom ler esse post aqui também). Realmente não lembro quanto custa, mas essas coisas não são muito baratezas, e além disso pra subir nas montanhas tem que pagar o passe, esse sim é um preço normal, tanto porque você usa o dia inteiro e pode subir e descer quando quiser.

A parte mais gelada é a subida. Gente que frio que rola! Lá em cima quando você começa a esquiar e tem solzinho, você sente calor. Eu senti e fiquei só com 1 blusinha de manga comprida na aulinha de esqui. A parte mais alta da montanha é tipo mega frio… lá em cima a sensação térmica chegou a -25 (menos vinte e cinco, oi?).

Outro lugar legal é o Teleférico Cerro Otto, 5km do centro e com uma vista espetacular. Tem também o Cerro Campanário, bem menor do que o Cerro Bayo e também mais longe, e a Isla Victoria, que eu pessoalmente achei uma das coisas mais bonitas ever! O passeio é de barco e dura 30 min. Depois lá tem uma vilazinha bonitinha e tal.

Os fondues, chocolates, carnes e vinhos são ótimos! E alguns pacotes de viagem fazem passeio a uma loja local com degustação.

A cidade tem algumas casas noturnas, mas fui apenas em uma, a Cerebro. A entrada para estrangeiros custava 60 pesos e para argentinos 40. Como fizemos dois amigos portenhos, eles chegaram lá e esquematizaram pra gente. Conseguimos pagar os 40 pesos para entrar e com direito ao guarda-volumes e uma bebida. A casa é bem grande e tem várias pistas. Toca de tudo, inclusive axé que eles ADORAM e todo mundo canta junto Ivete Sangalo e É o Tchan.

Por um acaso do destino hoje recebi um e-mail da CVC com uma promoção para Bariloche. A melhor época pra ir é o inverno com certeza, mas se puder escolha a primeira semana da baixa temporada (normalmente começo de agosto). Você vai encontrar 5% menos de neve e 50% menos no preço no pacote. As viagens pra lá não são com menos de 7 dias e realmente acho que menos dias não vale a pena, porque ir até os cerros esquiar toma um tempinho!!

* Ah! Sabe o que mais? Achei os homens de lá lindoooos!!

Turista: Paris por Marina Fabri

Hoje, pela primeira vez aqui neste blog, a categoria Turista. Nesta categoria um convidado especial vem contar sobre sua experiência de viagem. Quem veio fazer a abertura do “turista” foi minha grande amiguinha Marina do Coisas de Diva. Ela passou um mês na Europa estudando francês, e nada mais digno do que ela contar pra gente como foi o processo e o que ela achou da cidade, right?

Olha o que ela contou pra gente:

Sempre quis muito conhecer a Europa, em especial Paris (clichê, eu sei, mas é a verdade). Mais ou menos na metade do ano passado, decidi que ia mesmo e resolvi também estudar francês, o que já fazia aqui. Já fui negociando minhas férias no trabalho, vendo possibilidades e custos e etc. Acabei fechando tudo com a Central de Intercâmbio – um mês na Europa, sendo três semanas de curso de francês. Não tive nenhum problema com eles, que me ajudaram com toda a burocracia e tal, inclusive com relação à acomodação.

Fiquei em casa de família e não me arrependi. Minha casa era ótima, tinha localização incrível (na beira do Sena, com vista para a torre Eiffel), eu tinha um quarto só para mim com banheiro, TV e wireless. Fiquei muito em dúvida com relação a isso antes de ir, mas depois que cheguei e conversei com pessoas que estavam em alojamentos estudantis, fiquei aliviada. Várias pessoas estavam em lugares longe do centro e até perigosos, além de terem chegado e encontrado os quartos sujos. Então fica aqui a dica para quem está pensando em ficar em alojamentos: prestem atenção aos detalhes!

Na minha escola, France Langue, encontrei professores muito legais e solícitos. Também não tive o menor problema lá. Cheguei no primeiro dia, fiz a prova de nivelamento e já comecei. Essa escola é especializada em alunos estrangeiros e você pode estudar em módulos de uma semana, escolhendo quantas quiser e também o número de horas/aula. Eu fiz o máximo que dava, 30 por semana.

Com relação à cidade, Paris é mesmo incrível. Tem tanta coisa para ver e fazer que às vezes é até difícil decidir. Mas acho impossível ir à Paris e não passar uma tarde no Louvre, não subir na Torre Eiffel, não andar pela Champs Élyseées inteira – do Arco do Triunfo até o Grand Palais, aí fazer a curva e chegar na Place de La Concorde, não descobrir os mil jardins escondidos ou as ruas de lojas incríveis, não comer pão, queijo e tomar vinho… Ah, tem tanta coisa! E mesmo assim, tenho certeza de que ainda faltou muita coisa para ver. Melhor, tenho uma desculpa para voltar o quanto antes!

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