The great view

Sabe que se tem uma coisa que a gente sempre para pra ver – seja em estrada, seja em ponto turístico – são as vistas da cidade toda. Tipo assim, a vista do Empire States ou a vista do Pão de Açúcar.

No fim, todo mundo gosta de ver as cidades do alto e se sentir dono de tudo, respirar o ar daquele lugar novo e ficar feliz por estar ali. E nem vem, é parada obrigatória de todo mundo. Quer ver como é?

Empire States e Top of the Rock – NY


Bondinho – Valparaíso

Castelo – Edimburgo

Teleférico – Camboriú

Roda Gigante – Londres

Castelo de São Jorge – Lisboa

Palazzo Pitti – Firenze

Trulli – Alberobello

 

Ruínas de Palenque – México

Pra concluir, a gente sempre vai atrás da melhor vista pra tentar guardar cada cantinho da cidade com a gente! Quantas dessas fotos vocês tem aí??

 

Anna
Rituais pra dar sorte
Conhecendo cidades em 3 dias
Compras: Lojas de fantasia
Comparando: Igrejas
13
mai
Top 3: parques

Fazia tempo que não aparecia um Top 3 aqui né? Vou falar dos meus parques preferidos por aí… e olha que nem sou uma pessoa tão natureza assim, hein… mas parque na cidade acho delicioso. Vamos lá?

 

Grau de boniteza: 90,2%

Onde: New York, USA

Porque: Pra começar que o lugar é um clássico. Aparece em todos os filmes e seriados que acontecem na cidade. Além disso, tem bastante coisa pra ver por lá, como a estátua da Alice, Strawberry Fields, um castelinho e nada mais nada menos do que o famoso Met. É passeio pra um dia inteiro.

Localização: Mais central do que o “central” não há! É muito fácil chegar lá, tem várias paradas de metrô que levam até o parque, só tem que decidir onde você quer descer, pois é bem bem bem gigante.

Diversão: O legal do Central Park é passear por lá como se fosse um local. Ver os nova iorquinos correndo e os milhões de turistas se engalfinhando para tirar fotos nos lugares mais conhecidos.


Grau de boniteza: 97,9%

Onde: Lecce, Itália

Porque: A cidade não tem muitos atrativos. O parque é bem bonito, tem um pequeno coreto no meio e é bom para passear tranquilo no verão.

Localização: O parque fica na Viale 25 luglio, bem ao centro. Dá pra ir a pé partindo da estação de trem. Não tem metrô na cidade, se não quiser caminhar um pouco tem que ver um ônibus que leve até lá. Com certeza deve ter parada próxima, já que é um ponto bastante turístico e central da cidade.

Diversão: A cidade de Lecce fica no sul da Itália, e é super quente. O parque não tem tantas atrações como o Central Park ali de cima, mas o gostoso é ficar em um banco debaixo de uma árvore se refrescando um pouco e só ouvindo os italianos falando em volta.

 

Grau de boniteza: 46,3%

Onde: Curitiba, Brasil

Porque: Aqui o passeio é 2 em 1: museu + tarde no parque. Se estiver lá e começar a chover, não se preocupe, tem espaço coberto pra todo mundo, além de poder ver as exposições que são sempre interessantes neste museu.

Localização: O Museu fica no bairro Centro Cívico, colado ao centro da cidade. É bem fácil chegar, tem bastante ônibus que leva até ali perto. Pra quem vai do centro até dá pra ir a pé, dependendo de onde estiver.

Diversão: O “parcão” como é conhecido, não é hiper lindo como os outros parques que postamos, não é feito para caminhar e essas coisas, mas é ótimo para ir no final de semana brincar com os cachorros e ficar lá, sentado com os amigos. Pra quem quiser um passeio cultural, vale visitar o museu antes (ou depois) de ficar ali de pernas pro ar com os infinitos cachorros do lugar. *é interessante levar alguma coisa pra sentar em cima, como tem muito dog é meio duvidoso sentar na grama.

Anna
Compras: Lojas de fantasia
Parques de Diversão
11
mai
Especial 03: Compras Miami

No post original de compras em Miami, falamos mais de compras nos shoppings e outlets, lembram? Tem muita coisa boa e barata para comprar por lá e por isso vamos falar de mais alguns points pra você gastar tudo e mais um pouco.

O essencial em viagem de compras é fazer pesquisa e ficar horas em lojas procurando aqueles achados – bom e baratíssimo – no começo da viagem. É nessa parte que você consegue economizar, porque no final de digamos, uma semana, você vai querer ver, entrar, provar, comprar e tchau.

Para essas compras mais “trabalhosas” de pesquisa, vá aos outlets que já falamos no outro post. Sawgrass Mills, Dadeland Mall e Dolphin Mall.

Uma loja legal pra você visitar é a Ross Dress for Less (tem em vários lugares). Lá você encontra peças de grifes com descontos de até 60%. Bom, tem que dar uma garimpada para achar o top do top pelo menor preço.

Por lá também tem a Barneys New York com peças excelentes com até 50% de desconto. Tem outra Barneys em South Beach, na Collins Avenue, 832.

Se tiver tempo vá um pouco mais longe, uns 30km do centro. A parada é a Loehmann´s na Biscaye Boulevard. Na loja você encontra calças de marcas como Joe´s e 7 for All Mankind por USD 99. Sapatos, bolsas e cosméticos são bem interessantes também. No black room da loja tem peças de estilistas como Michael Kors, Helmut Lang e Calvin Klein com 70% de desconto. Que chato né?

Outro shopping bacana para dar uma olhada é o Aventura Mall, também na Biscayne Boulevard, com 240 lojas. Tem todas as megas lojas de departamentos dos EUA, incluindo Sears, Macy´s e Nordstrom. Tem uma Toys R Us no shopping também, aquela super famosa loja de brinquedos, sabe? Mas me disseram que é bem pequena e que vale mais a pena ir na loja que fica na 551 NE 167 em North Miami Beach, em direção ao Sunny Isles.

Provavelmente você já precisou comprar mais uma mala para trazer as compras, mas não pode perder de passear em Miracle Mile em Coral Gables. A rua tem vááárias lojas bacanas e de designers locais, incluindo a livraria Books & Books na 65 Aragon Avenue. Ainda por ali é possível achar lojas com peças naturais e orgânicas, tipo chazinhos, velas, acessórios e afins. É a Viva Verde na 72nd Avenue.

Como falei ali em cima, vai chegar uma hora que você já vai estar cansado de tanto outlet e pechinha. Está na hora de ir pro luxo, porque ninguém é de ferro! Na Collins Avenue, 9700 você vai achar a Bal Harbour Shops ao norte de Miami Beach. Lá, a loja mais “barata” que vai encontrar é a Custo Barcelona com camiseta de USD 100.

Outras lojas que fazem parte do complexo? Lanvin, Cartier, Marc Jacobs, Dior, Missoni e Chanel. Quem faz compras ali? Só famosos como Jennifer Lopez e Oprah. Se a Bal Harbour for too much pro seu bolso, tem também a Village of Merrick Park na Ponce de Leon Boulevard, 4310, em Coral Gables também. Lá tem Tiffany´s, Cavalli e Diane Von Furstenberg.

Outro point pra você passear é o Design District e a Wynwood, com mais de 130 galerias de arte e com o público mais moderninho da cidade. Uma dica é a loja finlandesa Marimekko na North Miami Avenue, 3940. A loja é uma descolada e “designer” da região. Ainda ali do lado tem a I on the District, na 40th Street com óculos Oliver Peoples.

Ainda ali você acha a boutique En Avance – na mesma rua, a 40th Street – e também a loja conceitual da Adidas Y-3, ou seja, peças de roupas esportivas desenvolvidas por nada mais, nada menos do que Yohji Yamamoto.

Pra dispensar de vez os shoppings e estacionamentos, passeie pela Collins Avenue sem culpa. Por ali tem Urban Outfitters, The Webster – uma boutique multimarcas estilo Daslu – e Intermix, uma das mais caras de Miami!

Ufa! Depois de tanta compra, espero que alguém traga algum souvenir pra mim em uma das malas. Boas compras gente!


Anna
Especial 01: Compras Cosméticos Paraguai
Compras: Lojas de fantasia
Compras e mais compras: shoppings em Orlando!
Compras em Miami
20
abr
Especial 02: Visto EUA

O segundo post mais lido aqui no blog é sobre o visto americano. A Bru fez dois posts sobre isso aqui, um falando de como tirar o visto e outro contando de como foi a entrevista para renovar o dela.

A gente também já fez o update da mudança do visto que passou a valer 10 anos e não mais os 5 de antes. Legal que quando eu fui fazer o visto, era de 5 anos… e aí uns 6 meses depois, mudou para os 10 anos. Fiquei feliz?

Vou contar nessa nova edição dos vistos, como foi a minha entrevista, que foi um pouco diferente da Bruna. Pra começar que eu fui um dia antes pra SP e dormi por lá. Já essa parte foi bem estressante porque o voo atrasou horrores e o avião que ia pra Congonhas acabou indo pra Guarulhos. Já fiquei feliz e tranquila. NOT. Pelo menos a companhia pagou o deslocamento até o centro da cidade.

Cheguei no hotel – Formula 1 ali perto do Consulado – por volta de 1h da manhã! A entrevista estava marcada para às 9h e como eu ia a pé até lá, acordaria às 7h30 pelo menos. Óbvio que nem consegui dormir, estava muito nervosa e com medo de perder a hora. Eu sempre fico nervosa com perder a hora de manhã cedo com voos e etc.

Ok acordei cedão, peguei todos os documentos, milhões de coisas provando outras milhões de coisas pra não ter nenhum problema e não duvidarem de mim. Sorte que estava calor e fui a pé tranquila por ali. Era bem pertinho e no caminho já deu aquela acalmada.

Cheguei no Consulado e a fila era gi-gan-tes-ca! Mostrei o comprovante de agendamento e entrei no fim da fila. Tirei meu visto em Dezembro, época super lotada. Mas tudo bem, eu reservei o dia inteiro pra isso e o máximo que podia fazer era ficar na fila mesmo. Dava vooooltas naquela entradinha e não dava pra fazer nada, tinha um guarda que ficava gritando que não podia falar no celular, não podia escutar música, não podia sentar no concreto que separava a fila, não podia respirar nem nada. Volta e meia alguém falava no celular e lá vinha o guarda gritar com a pessoa.

Quando a Bruna foi, não tinha guarda-volume, na real tinha um pago. Quando eu fui, meses antes, tinha espaço pra guardar essas coisas eletrônicas tipo celular, pen-drive, mp3, chaves, etc. Depois de 2h30 na fila só pra entrar no Consulado, deixei essas coisas lá na entrada e achei que né, lá dentro seria mais susse… já que já tinha entrado.

Ledo engano. Lá dentro mais fila. O espaço é bem grande e depois que você entra tem mais 4 filas marotas até estar liberado. Juro, quatro filas. Quase não acreditei nisso.

Quando entrei fui correndo pegar a senha pra 1º fila. Essa foi bem rapida e era para entregar o passaporte e alguns documentos. Depois da 1º fila você ganha outra senha para a 2º fila, para pegar as digitais – por que não pegam tudo junto? – e enfim você ganha a senha para a entrevista em si.

Essa tive que esperar mais 1h30 mais ou menos, e o lugar já estava ficando mais vazio um pouco. Até aí eram já 12h. Não tinha nada pra fazer, fui sozinha e conversei rapidinho com uma menina que estava lá para renovar o visto de estudante. Como as senhas são divididas entre turimo, estudo e trabalho, a sequência é diferente e no fim ela foi antes de mim para a entrevista.

Fiquei observando que a galera que vai tirar visto de estudo e/ou trabalho fala com 2 entrevistadores diferentes do resto do pessoal, e pelo que vi, parecia tenso. Eles ficavam um tempão lá, mostravam muuuitos documentos e os carinhas pareciam meio brabos.

Os de turismo eu não conseguia ver de onde estava sentada, mas fiquei com medo que todos fossem tensos assim. Comecei a ficar preocupada de novo.

Enfim foi a minha vez. Aimeudeuseagora? A entrevista foi tranquila, o negócio é estar confiante. Como tinha visto para estudo na Itália, o lance foi mais rápido. Ele perguntou o que eu fazia no Brasil e na época eu fazia estágio, perguntou se eu seria contratada, se gostava do meu trabalho, o que eu queria fazer nos EUA e quanto tempo ia ficar, perguntou o que eu fiz e quanto tempo fiquei na Itália e SÓ!

Foi muita magia essa entrevista. Eles não pediram comprovante de nada, nem de renda, nem de residência, nem nada. Levei trocentas coisas e não usei nem a metade dos documentos. Bom, menos mal né, melhor do que não levar, pedirem e eu não conseguir o visto! Essa entrevista acabou sendo mais fácil do que a do visto italiano, que tive que apresentar muitos  documentos. O mais chato mesmo foram as filas quilométricas.

Depois da entrevista você ganha um canhotinho para a 4º e última fila da saga, a de envio do passaporte. Essa fila é lá fora de volta, e é mais rápida. Só acho um absurdo o preço do envio do passaporte: R$ 50,00. Levei um choque quando a moça me falou, mas fazer o quê né? Paguei e fui embora almoçar e passear em São Paulo!

Passei o final de semana lá e foi tudo tranquilo. Visto aprovado e programando a viagem pros EUA!

Ah, os entrevistadores são americanos e falam aquele português engraçado com sotaque, mas eles entendem bem e o que me entrevistou era bem gente boa, meio novinho até.

Resumo da ópera: vá antes do seu horário para garantir, leve todos os documentos possíveis e imaginários, não tenha pressa e nem fique nervoso. É só não mentir que está tudo certo!

Boa sorte pra todo mundo que for tirar o visto! Quem já tirou conta pra gente se foi tranquilo, médio ou medão.

Anna
Especial de 01 ano!
Visto Australiano
Visto EUA – Entrevista
Vistos: EUA – Mudanças no visto de Turismo
19
abr
Brooklyn

Esse mês começamos com 4 posts feitas pelo Naldo, com dicas diferentes sobre NY. Hoje vem o último, sobre o Brooklyn.

“Um lugar ótimo pra ir num dia de sol é o DUMBO. É um parque que fica embaixo e entre a Brooklyn e a Manhattan Bridge. Tem uma parte pequena e bonitinha, bem entre as duas pontes (lembra da Manhattan Bridge? É uma azul) e uma outra parte grande, mais ao sul, com um puta gramadão, um pier e um farol antigo e tal. Dessa outra parte dá pra ver do Financial District até a Estátua da Liberdade. Só que essas duas partes são desconectadas, acho que estão em obras pra interligar o parque mas até agora você ainda tem que andar pela rua pra chegar nas outras partes.
Ambas valem a pena, essa menorzinha é super charmosa e sempre tem uns 3 casamentos acontecendo ao mesmo tempo… hahaha. Vá pela estação High da linha azul ou York da linha amarela, aí são 5 minutos de caminhada em direção ao East River (a linha amarela tem um plus de atravessar pela ponte, com a vista do rio). Depois do passeio dá pra atravessar a Brooklyn Bridge de volta pra MH, é fácil e não é muito grande a caminhada não.
Um restaurante zuulper pedida é o SEA, que não é nem um pouco caro, mas a comida é maravilhosa e até já apareceu no Sex and the City. É um tailandês delicioso, fica na N6th.
No mais, Williamsburg  é cheio de lojinhas interessantes, brexós, vintage stores, etc. Ande pela Bedford e pela Metropolitan que são incríveis (exceto na metropolitan numa parte que passa embaixo de um viaduto que fica meio trash, mas depois volta a ser cool de novo).
Se você ainda estiver a fim de conhecer mais do Brooklyn, procure o Fort Greene Park que é lindo, tem uma vista de Manhattan no topo do Hill e o bairro em volta é super gostoso. Tem um restaurante em frente, na DeKalb com a Cumberland, chamado RICE em que eu recomendo comer um arroz com mushroom (não lembro o nome, mas tá na ultima pagina do menu hahaha) que é inexplicável. Inexplicável.
E ali pertinho fica o HANSON ONE, uma torre histórica (com um relógiozão neon vermelho) onde aos domingos tem um Flea Market bemmm cool e descolê.
No subsolo tem o antigo cofre de um banco onde hoje é a food court da feirinha. Uma das barraquinhas serve um Shrimp Hotdog tradicional do litoral nordeste americano que é de comer ajoelhado!”
E aí, ficou com vontade de experimentar?? Eu fiquei, preciso ir lá quando voltar a NY!!
Anna
Passeio de barco: Londres x NY
Como e onde morar em NY
NY Turístico
21
mar
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