Motorista em Bangkok

Ásia é O lugar exótico, certo? É o lugar onde você não entende absolutamente nada, até o alfabeto é diferente e é tudo o maior caos. Não tem metrô, só ônibus caindo aos pedaços e tuk tuks.

Quando chegamos lá, bateu um desespero, porque ninguém fala inglês… mas tipo, nem um tiquinho assim. Nem no hotel e nem em lugar nenhum. Daí na primeira noite perguntamos na recepção se eles sabiam de algum motorista pra ajudar. A atendente sumiu um tempo e depois volta dizendo o preço e a hora que ele passaria. Não tinhamos certeza se ela tinha entendido, mas para o dia todo, o preço era de R$ 60. Bem, arriscamos.

No dia seguinte, descemos na hora marcada. Precisávamos muito do motorista porque tivemos aquele problema da vacina, e precisávamos ir ao Consulado que era bem longe de onde estávamos. O motorista cobrou logo no início, e apesar de estarmos com medo que ele nos deixasse em algum lugar e fosse embora, pagamos.

Ele não passava nada, nem confiança e nem medo. Não dava pra saber o que ia acontecer.

Primeira parada: consulado brasileiro. Nosso consulado fica em um mega prédio, mas para o sul de Bangkok. Entramos e ele disse que esperaria no carro. Pô, muito medo do cara fugir né? Mas enfim, arriscamos e ele não fugiu.

O motorista, o qual chamamos de Seu Tamagoshi (nome tailandês impronunciável e que começa com T) foi SUPER. Fez tudo o que pedimos, chegava na hora certa, esperava numa boa e ainda nos mostrou outros pontos turísticos que nem tinhamos escolhido, mas que eram legais e valia a pena ir. Também sempre nos mostrava entradas menos cheias nos templos e algumas dicas.

No táxi, ele era mudo, falava quase nada, até porque não falava muito inglês, só poucas palavras e conversar com ele era como se fossemos índios tipo “nós-comida-fome”. Mas ele entendia o necessário e os passeios foram perfeitos.

No dia seguinte contratamos Seu Miagui de novo, e dessa vez ele também confiou em nós e pediu o pagamento no final do dia. Aliás, percorremos cerca de 300km com ele neste dia, e o preço foi de R$ 90 para 3 pessoas. Muito barato, rápido, fácil, seguro.

A dica é: contrate o Seu Tamagoshi! Não tenho o telefone dele pois foi o hotel que telefonou, PORÉM, tenho o número de registro e nome completo (se liga no tamanho do sobrenome), vide foto. Na boa, vale a pena contratar esse senhorzinho que toma 78 garrafas de água por dia (o carro vive entupido de garrafinhas dele haha).

Pelo jeito ele é meio concorrido, porque queriamos contratá-lo para irmos ao aeroporto, mas ele já estava com a agenda cheia. Mas como é muito legal, indicou um outro amigo motorista bem bonzinho também!

Anna
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12
mai
3 templos em Chinatown de Bangkok

Bangkok é o caos. Chinatown normalmente é outro caos. Bangkok + chinatown = caos ao quadrado!!

O trânsito nesse bairro é absurdo, ninguém se mexe, muito zona, 56 pistas, bicicletas, motos, gente, gente, gente. O negócio é descer na região e passear a pé mesmo.

Não ficamos muito tempo lá porque a confusão é muito grande mesmo e dá um nó na cabeça. Nossa primeira parada foi um templo, óbvio, o Wat Mangkon Kamalawat de 1.871, na Thanon Charoen Krung. Na entrada tinha MUITA gente e o cheiro era horrível.

Na verdade normalmente é movimentado porque eles rezam muito, mas naquela semana era ainda pior, porque estávamos quase no Ano Novo chinês. Muita gente fazendo oferendas, rezas, chorando adoidadas. Não dava pra andar lá dentro sem ficarmos todos de mãos dadas para não nos perdermos.

Após o mega agito, finalmente chegamos na parte um pouco mais calma, o templo propriamente dito. Bem mais tranquilo e dava pra olhar para as coisas sem esbarrar em ninguém.

Não gostei desse templo, pra ser bem sincera. Longe de ser a calmaria e beleza dos outros, e ele está em reforma (ou é caótico mesmo, não sei) e junto a multidão de pessoas tem muita tranqueira de construção.

Logo em seguida fomos para outro templo, pertinho, cerca de 2 quadras. Muito mais organizado, limpinho e tranquilo. Estava vazio e é bem menor do que o outro.

Colorido e ótimo para tirar fotos bacanas. Na verdade não tem nada demais, tirando um Buda lá no altar, como sempre. Parada rápida, coisa de não mais do que 5 minutos.

Em seguida, fomos a pé até o maior templo da região, o Wat Khanika Phon. O nome dele significa “a mulher que vendia mulheres”, porque foi fundado em 1.833 pela dona de um prostíbulo que queria se redimir. O complexo é mais organizado, limpo e bonito, mas me interessei bem mais pela arquitetura de fora do que pelo templo em si. Achei pequeno e todo amontoado de coisas, olha só:

As janelas dos prédios são muito bonitas, coloridas e ultra trabalhadas. Fiquei apaixonada por elas.

Todos os templos acima são de visita rápida, e nenhum deles precisa pagar para entrar. Como tem muita coisa pra ver em Bangkok e templos bem mais interessantes, não aconselho a perder muito tempo nesses, mas entrar rapidinho pra conhecer é necessário! Caos de Chinatown é imperdível.

Anna
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06
mai
Wat Ratchanaddaram

Engana-se quem pensa que já terminaram os posts sobre os templos maravilhosos de Bangkok. Sim, ainda faltam mais uns 10 pra mostrar aqui pra vocês!

Hoje vou falar de um que não estava no nosso roteiro (mais da metade não estava) mas nosso motorista fez a parada porque vali a pena. Esse templo estava super tranquilão, foi ótimo passear e fotografar lá dentro. Fica entre as ruas Ratchadamnoen Klang e a Maha Chai Road. Ele foi construído em 1.846 pelo rei Nangklao.

Ele é mais conhecido como Loha Prasat (vide placa), uma estrutura multi-camadas de 36m de altura e com 37 torres de metal, que representam as 37 virtudes em direção à iluminação. É o terceiro Loha Prasada (palácio de bronze) do mundo, modelado após os anteriores na Índia e em Anuradhapura, Sri Lanka. antigamente ficava escondido atrás de um antigo cinema chamado Chalerm. O teatro foi demolido em 1.989 como um projeto para melhorar o cenário ao longo da Estrada Ratchadamnoen, e desde 2005 o templo é um Patrimônio da Unesco.

O templo é pequeno, quer dizer, não é que é minúsculo, mas também não chega aos pés do Grand Palace. O que achei muito bonito lá é que ele é todo branquinho e o teto todo trabalhado em preto. Diferente dos tetos coloridos verdes e amarelos.

Em um dos prédios dá pra entrar, e apesar de parecer grande de fora… de dentro era bem pequeno, com muitos corredores estreitos e escadas pequenas para subir para os outros andares.

E claro, tudo descalço. O bom é que o chão é de taco mas é quentinho.

Anna
Wat Yannawa
Wat Pho
Wat Traimit
Wat Arun
01
mai
Coffe World

Tailândia não é só pimentinha pra cá, coisa esquisita pra lá. Nããão, não mesmo.

Na verdade eu sofri um pouco por lá porque não sou fã de comida tailandesa, mas encontrei alguns lugares bem interessantes para poder me alimentar decentemente. Um desses lugares é o Coffee World. O nome é café, mas tem suco também e chocolate quente. O que não tem lá é refrigerante. *seguem a linha saúde, vide torta de chocolate monstra em breve neste post*

Pedi um misto quente. Coisa simples, coisa básica… só que:

Vem com batatinha e tomatinhos. Me conquistou. E estava ótimo.

Agora… a sobremesa saudável e light:

Pelo menos foi com Orangina, e não refrigerante. UFA! Haha.

O café surgiu como uma idéia de levar a onda das “coffee houses” dos EUA para a Asia. A coisa deu certo, e a Coffe World está espalhada por diversos países asiáticos. Não tem o preço mais baixo de todos, mas os produtos são feitos com cuidado e muito gostosos.

Anna
Siam Ocean World Bangkok
Chocolatando em Singapura
Confeitaria Majestic – Porto
The Wizarding World of Harry Potter
27
abr
Loft

Bangkok. Caos, sujeira, templos lindos e povo pobre. O que a gente não espera encontrar lá são as lojas top e super lindas, recheadas com produtos de design pra deixar qualquer um maluco pra comprar tudo.

A Loft fica no shopping Siam Discovery, no penúltimo andar e ocupa dois andares do shopping. O debaixo tem mil e um objetos de decoração, da cozinha ao banheiro, dos Legos de pontos turísticos aos bonequinhos japoneses. Muita coisa mesmo. Vontade louca de comprar mais do que deve.

Na parte de cima produtos de papelaria de tudo quanto é jeito. Caderno é o que não falta. Juro que eu levei 1h pra decidir qual levar. Na brincadeira, ficamos no mínimo 1h30 lá dentro. Comprei um monte de bugiganga e gastei uns R$ 100. Aliás, trouxe uma mala dessas vintage com desenhos de Paris, que custava R$ 35. Quanto custam aqui? Uns R$ 150 fácil!!

Foi muita emoção!

Quem quiser fazer compras legais, com calma, com tempo, sem caos e preços ótimos, bom… a dica é Loft.

Anna
Mercado de Amuletos
26
abr
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