Turista: Camboja por Rafa Grochewski

Não falei que ia ter post exótico aqui no blog? Hááá, então, hoje a minha amiga de faculdade e de viagem vai falar sobre nada mais, nada menos que CAMBOJA!!

Ela é a única pessoa que eu conheço que já esteve lá. Sem contar, é claro, com o cambojano que conheci quando estava no México e que era super gente boa.

A Rafa ficou um tempão lá na Ásia e foi para todos esses lugares exóticos e malucos e eu vou fazer ela contar mais coisas aqui no blog mais pra frente. Porém, ela tem um blog com as experiências que viveu quando morava em Bangladesh (exótico) e você pode entrar e ler toda a estória na íntegra.

Vou parar de enrolar e colocar o que ela escreveu pra vocês:

“A Ásia é um continente incrível! Possui uma diversidade cultural gigantesca, e o que você vê naquele lado do mundo, é muitas vezes, indescritível. A Ásia é desafiadora, precisa ser explorada e isso depende muito do quão aventureiro é o seu espírito.

Visitei o Camboja por apenas 3 dias (apenas 3 dias, porque eu peguei dengue e tive que voltar pra Bangkok. Mas não se assustem, eu fui a única pessoa que pegou dengue de todo mundo que eu conheci e provável que tenha sido picada na Tailândia). Saí de Bangkok em uma van alugada com destino a cidade de Siem Riep. A cidade é próxima a Angkor Wat, que é a maior estrutura religiosa no mundo (segundo o Lonely Planet), ou seja, é um parque histórico de templos datados do século XI e XII. Naquela época, o Reino no Camboja (sim, é um Reino, até hoje!) possuiu reis hindus e budistas e os templos são uma mescla das religiões. Possuem imagens da cultura hindu e centenas de imagens de budas. Cada templo foi construído com a finalidade de homenagear alguém. Não lembro de todos, mas lembro de um, que o rei da época construiu pra mãe dele!

Pode decidir por ingressos de 1, 3 e 7 dias que custam entre 40 e 60 dólares. Compramos ingresso para 3 dias, mas eu visitei apenas 2 dias, porque no terceiro dia a febre me pegou! O ingresso tem a sua foto e para entrar nos templos principais sempre é necessário mostrar o ticket, então é melhor deixar num bolso fácil.

O parque fica longe da cidade, eu e a Melissa, minha amiga americana, alugamos um tuk-tuk. Uma motocicleta que puxa um pequeno carrinho com espaço para duas pessoas, mas que cabem 4 pessoas apertadinhas. Dividimos o valor, cerca de 12 dólares por dia, com duas meninas francesas que conhecemos no hostel. Também tem gente que prefere conhecer Angkor Wat de bicicleta, aí depende da forma física de cada um. O calor daqueles dias, fez a gente optar pelo tuk-tuk. Para conseguir um tuk-tuk é fácil, mas é preciso negociar, como em toda a Ásia. Existe também muitos hostels que tem tuk-tuks próprios, que te atormentam no hostel, falando que tem o melhor preço e blá, blá, blá. Duvide. Na verdade, acho que para aqueles lados, você precisa duvidar de tudo. Eu e a Melissa negociamos com um tuk-tuk-driver do hostel, e um aleatório na rua, e com o segundo o preço foi mais amigo.

A cidade de Siem Riep é totalmente turística, e a moeda que circula é dólar americano. Eu saquei dinheiro num ATM, e saquei dólar, todo mundo aceita dólar. A moeda local, que não vale nada, praticamente, é usada como moedas. Por exemplo, se você gasta U$2,50, e paga com U$ 3, como não existe moeda de 0,50 centavos de dólar, o troco é na moeda local. U$1 = 5000 riels, então nesse caso, você receberia o troco em notas de riels. Confuso? Logo logo acostuma… Siem Riep é legal, lotado de turistas, pois a economia da cidade gira em torno de Angkor Wat, tem uma área da cidade com restaurantes legais e baratos. (Não que seja um grande diferencial, pois a Ásia é barata!) O hostel que ficamos, foi “indicado” pelo nosso tuk-tuk driver, que depois descobrimos que trabalhava no hostel! (quanta coincidência…), a Melissa negociou (ela era ótima em negociar!) e pagamos 8 dólares por dia um quarto para 2 pessoas, 10 dólares era com ar condicionado.

Queria ter conhecido mais do Camboja. Mas eu e a Melissa, decidimos voltar pra Bangkok e ir pro hospital. No Camboja não sabia que tinha dengue, eu só não me conformava porque a febre insistia em não abaixar… hehe. Mas, mesmo assim, valeu!”

Ok, tirando a parte da dengue – que nada mais é do que mais uma estória pra contar – , a viagem parece ser bem interessante né? Eu queria muito conhecer toda a Ásia, e Camboja nunca esteve na minha lista de prioridades, até ver as fotos da Rafa.

Comentários

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3 Comments on Turista: Camboja por Rafa Grochewski

  1. caju
    26 de novembro de 2010 at 8:50 (7 anos ago)

    cadê a foto da rafa vestida de tomb raider?

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  2. rafaela
    26 de novembro de 2010 at 11:05 (7 anos ago)

    verdadeeeeee. esque ci de contar que foi aí que filmaram Tom Raider!

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1Pingbacks & Trackbacks on Turista: Camboja por Rafa Grochewski

  1. Exposição Escher | FINESTRINO
    1 de julho de 2011 at 12:05 (6 anos ago)

    […] um apoio que dava a altura certa pra foto. Achei bem legal. Nossa amiga Rafa (aquela mesma que postou aqui sobre o Cambodia) é gigantesca perto de mim e da Mariana, e no cenário fomos nós que ficamos […]

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