8 motivos para visitar o Parque Histórico de Carambeí

A Mari já falou do Parque Histórico de Carambeí aqui e sobre o Museu Interativo deles aqui, sem contar todas as muitas vezes que ela já falou nas redes sociais e pessoalmente pra mim. É um dos lugares preferidos dela, mas eu só fui conhecer agora na viagem que fizemos pelo Paraná, e bom, agora eu só posso é concordar com tudo o que ela me falou de lá: esse lugar é mágico!

Ela já contou tudo o que tem pra contar sobre lá, e se os posts dela ainda não te convenceram, meu amigo, esse vai.

1. UM DOS MAIORES MUSEUS A CÉU ABERTO DO BRASIL

É isso, acho que todo mundo olha diferente paras as coisas quando tem uma “denominação” importante assim, uma medida de grandeza, uma coisinha pra chamar atenção. E como o Parque Histórico de Carambeí tem tudo, ele também tem isso.

Não é coisinha pouca não, é enorme!

2. É TUDO PERFEITO

Como eu já falei, esse lugar é mágico mesmo. Quando você entra, dá até aquele medo de “nossa, não quero estragar/sujar/tirardolugar nem uma folha disso aqui”, porque é tudo TÃO perfeito, é tudo colocado no lugar exato, é tudo extremamente limpo, organizado, colorido, bem curado e detalhado.

As casinhas tem TUDO mesmo, como se fossem casas normais de pessoas normais vivendo a vida. A curadoria desse lugar é incrível em todos os sentidos.

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3. PARA TODAS AS IDADES

Esse é um passeio perfeito para ir com crianças, com família, com amigos, com namorado, com terceira idade, com gringos, com gente daqui. Não tem restrições, e não tem como alguém não se encantar com o Parque Histórico de Carambeí.

carambeiEu curto balanços sim, #mideixa

4. É BARATO

Para visitar o parque todo, o ingresso custa R$ 15, e R$ 7,50 a meia entrada. Crianças até 6 anos não pagam. Ainda tem algumas outras opções de entrada, dias especiais e eventos, e você pode conferir tudo aqui. A coisa é que é baratinho pra visitar!

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5. É PERTINHO

Fica a 170km de Curitiba. Gente, perto! Dá pra fazer um bate-volta tranquilo, pois o Parque abre às 11h e fecha às 18h no Sábado, e às 18h30 no Domingo. Então dá pra sair umas 9h30 daqui, chegar lá, almoçar e então passear a tarde de boa.

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6. COMIDA BOA

Tô falando que o lugar é perfeito, não tô? Pois então, lá tem uma confeitaria e restaurante, e a comida é bem gostosa. Digo com certeza isso, porque nós almoçamos lá. A fatia de empadão é generosa e os croquetes são deliciosos! Sem contar a grande variedade de tortas típicas e os sucos. Os preços são normais, não é aquele absurdo normal de museus por aí.

7. PASSEIO PRA UMA TARDE

Como falei ali, você não precisa dedicar o final de semana inteiro pra essa visita. Uma tarde basta! E se você pode ir dia de semana, também dá. Eles só fecham nas segundas.

E se você não quer almoçar lá por qualquer motivo, come aqui e vai depois. Fica tranquilo que dá tempo de visitar sim!

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8. CULTURA

O Parque Histórico de Carambeí é um banho de cultura colonial! É super interessante ver como eram as vilas dos imigrantes antigamente, como era a vida e suas atividades. Se puder ir no Museu Interativo, é ainda mais completo, porque nesse momento está tudo em funcionamento. Se é um passeio bacanérrimo para adultos, imagine para as crianças! Um contato único com a cultura dos imigrantes.

carambeiPra quem assiste House of Cards, olha aí uma Underwood!

EXTRA

Só pra deixar um adendo aqui: eles fazem casamentos lá. Lá, nesse lugar mágico, perfeito, lindo. Fica a grande dica final aqui. ;)

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Uma tarde em Colônia Witmarsum

A Colônia Witmarsum fica super próxima de Curitiba, e eu ainda não conhecia! Aproveitamos a viagem pelo Paraná, para começar o passeio por lá. Daqui até “Wit” (íntima), são apenas 65km – cerca de 1h de viagem – e não tem pedágio. A única coisa que você precisa ficar meio atento na ida, é que o retorno pra virar na estrada de acesso é já bem em cima da mesma. Ou seja, tem uma placa, uns 5m pra frente tem a entrada do retorno e mais uns 3m, o acesso pra Colônia. (ok, essas medidas podem estar erradas, mas é tudo pá-pum, isso que quero deixar claro). É ideal colocar no GPS e assim já ficar ligado pra entrada. Não dá pra errar.

A gente foi, ficou o dia todo e dormiu lá, mas dá tranquilamente pra ir passar a tarde e voltar. Não precisa necessariamente almoçar lá se não quiser (seria legal, mas não é algo imperdível). Você pode também sair depois do almoço, passar a tarde e ficar pro café colonial, por exemplo.

É claro que almoçar lá é bacana, porque as comidinhas são boas, caseiras e típicas alemãs, pois é uma colônia fundada por eles, alemães. Já falando disso, a Colônia Witmarsum foi fundada pelos alemães menonitas que vieram, há 70 anos atrás, da cidade Witmarsum, que fica em SC. O bacana é que eles tem um sotaque forte, e isso é super interessante! Aliás, nosso Estado tem muitas pequenas colônias de imigrantes (2 eu vou falar aqui ainda) com culturas fortíssimas… e assim, no meio do nada, sabe como? Parece que do nada, você mudou de país!

O que me chamou muita atenção em Colônia Witmarsum são as casinhas lindas, enormes, jardins extremamente bem cuidados e a ausência total de muros, grades, cercas, câmeras de vigilância, etc. É tudo aberto, uma delícia! Dá muita vontade de morar ali, nesse local super seguro em que a gente não precisa viver preso.

A parte principal da Colônia é basicamente uma rua bem extensa, a mesma que vem do acesso da estrada. Ali tem vários restaurantes, cafés coloniais, loja, museu e pousadinhas. O melhor mesmo, é ir aos finais de semana, que tem mais movimento e tem feirinha de produtos artesanais e caseiros. A gente caiu numa segundona, então tinham coisas fechadas. Tudo bem, a gente aproveitou pra descansar do ano pesado que tivemos e, como é aqui bem pertinho, já estamos querendo levar vários amigos lá pra passar uma tarde.

colonia-witmarsum-museuEncontramos um lagarto trocando de pele no caminho!

Nessa feirinha que comentei, os produtos são de lá, de Colônia Witmarsum mesmo. Tem muito queijo e geléias. Nessa mesma parte da feira, fica o museu da cidade (abre a tarde só), o ponto de informações e o mercado da cidade. Não tem erro.

Pra quem quer comprar artesanato alemão, pode visitar a loja Toll, também ali pertinho. Mas é, são coisas importadas, e consequentemente, os preços são mais altos.

Pra comer, tem alguns restôs e cafés coloniais. A gente comeu no Frutilhas Lowen, e fomos super bem atendidos. Nós almoçamos e tomamos café da manhã lá. O almoço é por pessoa, e custa R$ 35. Você pode comer o que quiser. Tem uma mesa de saladas e de sobremesas, e os pratos quentes vem na mesa. E repito, pode pedir mais!

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No café da manhã pedimos crepes, comemos um pedaço de torta e suco de amora fresquinho e natural. Aliás, eles são especializados em produtos de frutas vermelhas #ficadica. Deu cerca de R$ 30 para 2 pessoas. Esse restaurante tem alguns pratos além dos pratos alemães. Já outros são só comida alemã. Então dá uma olhada no cardápio antes. Vai que você não curte, né?

Em Colônia Witmarsum você vai poder andar de cavalo, de trator, pode fazer um pague e colha de frutas, comer muito bem o dia todo e passear tranquilo. Se você quiser dormir por lá, a gente gostou bastante da Pousada Katarina, onde passamos 1 noite. O local é simples, estilo casa da chácara, mas todo organizado, muito limpo e os donos são hiper simpáticos.

colonia-witmarsum-pousada-katarina

Sem contar que, claro, sem querer a gente caiu justo na pousada que é a fabricante da cerveja local, haha. A marca é a Usina Malte e tem 4 opções de cerveja. Olha, beeeem boa, viu? Aprovamos!

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A diária pra casal custa R$ 130 e não inclui refeições. A noite nós compramos coisinhas no mercado e fizemos na cozinha da pousada e de manhã, café na Lowen, como mencionei acima.

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Outras informações importantes: esqueça sinal de celular e 3G. Pega com bastante dificuldade e lá só conseguimos usar com o wifi da pousada. Outra coisa importante, é que você estará no campo, e se for no verão, estará realmente MUITO quente. Lembre disso na hora de escolher a roupa. Salto alto, não rola. E mais, é ideal ir de carro pra lá, pois é tudo “longe” pra ficar andando de um lado pro outro. É possível, mas né, otimização de tempo e pés, hehe.

azvw5582Pôr do sol da janela do nosso quarto

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Ca’dore Comida Descomplicada: conheça as opções vegetarianas no mais novo espaço gastronômico de Curitiba

Amanhã inaugura em Curitiba a Ca’dore Comida Descomplicada. A Ca’dore é um espaço a céu aberto que integra arquitetura sustentável, natureza e boa gastronomia com uma proposta inovadora. É como se fosse um daqueles eventos de food trucks, mas sem food truck e muito mais bonito, pois foi projetado com áreas abertas e fechadas, espelhos d’água, natureza e o colorido dos contêineres, que é o que mais chama a atenção e dá um charme especial.

cadore-curitiba-gastronomia

A Ca’dore me lembrou um pouco um lugar que eu costumava frequentar quando morei em Viena: o Museums Quartier. Não pelo espaço em si, mas por ser um lugar gostoso para passar muitas horas sem notar o tempo passar, sabe como?! Um refúgio no meio da cidade sem necessariamente ser um parque. Eu gosto dos parques, mas para um passeio rápido porque não consigo ficar muito tempo em um lugar que não tenha comida. Haha. E comida tem de sobra na Ca’dore. Para todos os gostos, incluindo os VEGetariANOS.

Todo mundo acha que a maior dificuldade de um vegetariano é viver sem carne, mas preciso contar uma coisa para vocês: nossa maior dificuldade é achar um lugar para comer com os amigos que não são vegetarianos. Eu até topo ir às churrascarias com os amigos e comer o quê tiver para mim, mas na hora de tentar levar um deles pro restaurante vegetariano, ninguém quer. Para a nossa sorte, nasceu a Ca’dore com opções para agradar todo mundo e fui convidada para a pré inauguração e aproveitei para fazer o trabalho de ler rótulos de alguns produtos e perguntar onde tem opção vegetariana para nós ;)

Com a Mão e o Coração

O contêiner da Com a Mão e o Coração é o único contêiner exclusivamente vegano, então tudo o que tem ali dentro está liberado.

As opções de salgados são: quibe temperado e com recheio de legumes, coxinha de legumes, torta com recheio cremoso de cogumelos e hambúrguer de berinjela defumada. Eles evitam usar soja nas receitas e tem algumas opções sem glúten, porém não são indicadas para celíacos.

cadore-curitiba-comida-vegana(O tamanho real das porções é maior. Esse é o tamanho da degustação)

Experimentei o quibe (R$13) e o hambúrguer (R$22) e o destaque foi para o hambúrguer, que vem acompanhado de um chutney de abobrinha com um gostinho de gengibre. A combinação parece meio estranha, mas é maravilhosa. O hambúrguer também vem acompanhado de lâminas de coco defumadas, fazendo a vez do bacon, e uma maionese deliciosa de batata. Curiosidade: a mesma maionese é servida no contêiner de pão com bolinho de carne e todo mundo come sem saber que é vegana. É preciso quebrar os preconceitos. Eu mesma já fiz uma comidinha vegana com maionese vegetal pra uma festa e todo mundo comeu sem saber e gostou.

O contêiner tem também duas opções de saladas, sendo uma delas caponata de abacaxi caramelado, folhas verdes e batata. Eu estou numa fase de paixão por abacaxi, então mesmo não sendo fã número 1 de saladas, achei muito gostosa.

De bebida, eles servem os sucos Le Bio, que são, de longe, meus sucos favoritos do universo. Conheci essa marca em feiras veganas e, sempre que os vejo, meus olhos brilham. Custa caro, mas vale muito a pena.

cadore opções vegetarianas curitiba

Batatudinha: contêiner de batata suíça tem a opção de recheio de palmito

Hiroki: contêiner de comida japonesa com sushi de pepino e também dá para adaptar o temaki pedindo para retirar o salmão. O pessoal lá é bem atencioso e flexível.

K-Bap: esses dias eu estava conversando com um amigo e ele perguntou de existia algum restaurante com comida coreana em Curitiba. Eu não conhecia nenhum, mas agora eu sei que na Ca’dore tem. Infelizmente, a opção vegetariana tinha acabado quando eu cheguei, então não pude experimentar, mas estou morrendo de curiosidade porque não entendo nada de comida coreana e adoro descobrir sabores novos. Tem pratos à base de arroz com acompanhamentos e de macarrão de batata doce e vegetais. Estou muito curiosa para experimentar esses. Os valores variam de R$23 a R$45.

Osteria Della Via: que nunca falte comida italiana no mundo. As massas que eles usam são Barilla de grano duro e não possuem ingredientes de origem animal na composição. Basta escolher o molho pomodoro e pronto: temos um prato vegano.

comida_italiana(Foto: divulgação)

Royal Steak Grill: apesar do nome desse contêiner não ser nada vegetariano, eles tem uma batata rústica deliciosa. E tá pra nascer vegetariano que não goste de uma boa batata.

Take Pizza: sabe comida de comer com os olhos? As pizzas da Take Pizza são tão lindas que quase não dá coragem de comer. Uma pena que eu tenha esquecido de tirar foto, mas peço que confiem em mim, pois as pizzas são as mais bonitas que já vi. E sim, são boas também. Cada pizza é montada na hora. Se você quiser uma fatia só, dá para montar também. Tem bastante opção sem carne e, como eles montam na hora, dá para pedir sem queijo também e transformar a pizza numa versão vegana, pois a massa não tem nenhum ingrediente de origem animal.

Outros destaques:

Para quem consome alguns derivados, vale visitar também o contêiner Coxinha Lovers. Além do melhor atendimento de todos, eles tem bolinhas de queijo bem saborosas, mini churros de doce de leite e de Nutella. O mini churros explode na boca, uma delícia. Fico aqui na torcida para que um dia pensem em fazer as mini coxinhas vegetarianas também.

Vaca Chérie é um café com várias opções de doces e tortas. O nome remete à história do bairro Bacacheri, local onde fica Ca’dore.

O contêiner com a comida mais diferente de todas e que mais chamou a atenção de todo mundo foi o Walool, que é um bubble waffle originário de Hong Kong. Tem versão de banana com cobertura de doce de leite, banana e paçoca e versão chocolate com cobertura de Nutella e morango. Ambos vem com sorvete também. Eles ainda não tem versão vegana, mas devido aos pedidos, já estão pensando em fazer no futuro, então quem passar por lá pode mostrar interesse porque assim eles vão descobrindo que tem demanda e quem sabe logo teremos uma versão vegana também \o/

Para os dias quentes, uma boa cerveja ou um chope artesanal no Wal Halla.

cadore-curitiba-comida-descomplicada

Ca’dore Comida Descomplicada

Av. José Gulin 105 – Bacacheri – Curitiba/PR
Horário: Terça à Sexta: das 17h às 00h, Sábado e feriado das 11h às 23h e Domingo das 10h às 22h
Facebook: Ca’dore Comida Descomplicada

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Shanti Gaia: chácara vegana a 100km de Curitiba

Novidades de 2017: novos produtos de viagem na loja!

Olá pessoal! Olá 2017! Olá novidades já no começo do ano! Já estamos aqui lançando novidades pra vocês. Temos 5 novas estampas e tags e 8 bloquinhos novos, além de 3 estampas que estavam esgotadas e que voltam às vendas.

Olha só as tags aqui embaixo. Todas tem combo com os bloquinhos:

tags-novas

Sim, tem bastante combo novo com preçinhos convidativos. Esse do Brasil é meu preferido até então:

combo brasil

Tem um bacana de Londres também, olha só:

combo londres

E tem muito mais lá na loja! Tem mais estampas de bloquinhos pra você escolher. E dá pra personalizar também se quiser. Nesse caso é preciso entrar em contato conosco tá?

Ainda teremos mais um lançamento de produto novo em breve, mas por enquanto fica só no mistério, hehe.

Ah, já voltamos com as personalizadas, tá? Aqui você descobre tudo sobre elas e aqui você pode encomendar seu pacote. PODIVIM QUE TO CRIATIVA!! =D

Marmita fit, madrinha de casamento e mais um devaneio sobre padrões de beleza

“Minha amiga de infância vai casar e eu vou ser madrinha. Preciso emagrecer”, pensei 10 meses antes do casamento. “Dá tempo de virar a Gisele Bündchen até”.

Seis meses antes do casamento: “Pensando bem, minha estrutura é bem diferente da Gisele Bündchen, então, mesmo que eu fique com o peso dela, não vai combinar comigo, por isso ainda não comecei o processo de emagrecimento”.

Três meses antes: “Emagrecer pra quê?! Abaixo aos padrões de beleza! Não precisa ser magra para ficar bonita! #naopassarao”.

Uma semana antes do casamento: “Alô, é da marmita fit? Quero um kit de marmita para uma semana”.

“É muito mais prático!” eu dizia. “Sai R$9,00 a marmita. É mais barato do que comer em casa até. E não sobra tanta louça para lavar”. Argumentos não faltavam para justificar a compra das marmitas e tentar esconder a verdade: eu queria emagrecer.

Mesmo sabendo que não é possível fazer milagre em uma semana, eu precisava do conforto psicológico de pelo menos ter tentado. O processo de desconstrução dos padrões de beleza é muito difícil e, embora eu lute contra isso e já tenha falado sobre esse assunto no blog algumas vezes (aqui e aqui), tenho as minhas recaídas de vez em quando. Dessa vez eu não estava sozinha. Sei que depois das reuniões regadas à pão de queijo e milkshake com as madrinhas, estávamos todas no mesmo barco: tentando emagrecer para estarmos todas lindas para o casamento da nossa amiga. Tentando emagrecer apenas para, hipoteticamente, chegarmos ao padrão de beleza que sempre me pergunto se é tão importante assim. E que sempre concluo que não.

Ainda não sei quantas recaídas eu vou ter nesse processo de desconstrução. Talvez aqueles 50g (hahaha) que eu emagreci tenham influenciado realmente no psicológico, mas nem 10kg a menos seriam melhores do que passar pelo processo todo ao lado de mulheres tão lindas. Até porque, no final, o que importa são os bons momentos com pessoas legais e que são importantes para nós. E duvido que alguém discorde disso.

img-20161202-wa0017img-20161202-wa0018(Fotografia: Renaclo Filho)

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