Museu da Vida em Curitiba

Diferente o nome desse museu, né? O Museu da Vida é mais um dos museus diferentes que temos aqui em Curitiba. Lembram que contamos do único museu do Holocausto do Brasil, que fica aqui também?

Engraçado que esses 2 são totalmente opostos. Um conta sobre guerra e mortes absurdas. Histórias de sobrevivência em meio ao caos. E o outro conta justamente sobre como a Pastoral da Criança e a Dra. Zilda Arns fizeram para diminuir a mortalidade infantil no Brasil e no mundo.

museu da vida

O Museu da Vida conta, como mencionei acima, toda a trajetória e os projetos da Dra. Zilda Arns para ajudar recém nascidos e auxiliar as mães nessa fase tão importante. Lá a gente encontra dados históricos, fotos, registros e vídeos que ilustram toda a luta para nutrir crianças no mundo.

museu da vida Esses quadros na parede são alguns – ALGUNS – dos prêmios da Dra. Zilda. 

É super interessante, principalmente a parte das estatísticas, onde podemos ver como o trabalho dela fez diferença. Um trabalho relativamente simples, de amparo e de saber alimentar as crianças… e que mudou muito a vida de tanta gente.

Além de mostrar todo o projeto, o Museu da Vida também traz muitas informações sobre a vida da Dra. Zilda. Desde infância até sua morte no terremoto.

museu da vida Essas bonequinhas são uma graça!! Elas são gravidinhas, tem placenta, cordão umbilical e depois o bebê pode mamar. Tudo para ensinar isso para as crianças da forma mais fofa de todas. E quem quiser pode comprar para ajudar a Pastoral. Sério, é MUITO fofo!

É uma visita bem interessante e bem legal de fazer com crianças. Eles tem bastante espaço para elas, muitas coisas interativas, alguns finais de semana tem atividades e também tem um bosque para brincarem ao ar livre.

Serviço:

R. Jacarezinho, 1691 – Mercês

Aberto diariamente das 8h às 19h

Site: museudavida.pastoraldacrianca.org.br

Corrida de cavalo, um domingo diferente e gratuito no Jockey Club

Eu sempre vi esses eventos de corrida de cavalo nos filmes e em seriados e sempre achei muito legal e muito chique. Sempre quis ir em um hipódromo, Curitiba tem um e eu nunca tinha ido. A situação é ainda pior quando eu conto que meu sogro era jóquei e tem carteirinha e tudo do Jockey Club do Paraná!

Aí que semana passada teve corrida e meu namorado me levou lá de surpresa. Ok, a gente tinha ensaio – como sempre - e ficamos só um pouco, mas foi suficiente pra querer voltar toda vez. Nessa ida vimos apenas 2 páreos, e no dia tinham 8, se não me engano.

jockey club

As corridas começam por volta das 13h e vão até o fim do dia. Tem intervalos de 30min. entre elas. Cada uma dura tipo 2 minutos, hehe.

jockey club parana

Na entrada você pode pegar uma programação com todos os horários, informações dos páreos e dos cavalos. Tem tudinho, tudinho. Nome do animal, do joquei, do treinador, do haras responsável, peso do joquei, filiação do cavalo… tudo mesmo! Antes de cada corrida os cavalos dão umas voltinhas de apresentação pro público. É assim que o pessoal analisa em quem vai apostar. Depois dessa voltinha, tem um tempo e o pessoal faz as apostas. É rápido, mas suficiente de tempo. As apostas mínimas são de R$ 3. Quem vamos apostar na próximaaaa? \o

jockey club parana

No meio tempo você pode passear pelo Jockey, no dia tinha uma expo de carros, tinha demonstração de treinamento de cachorros (muito, muito fofo isso), dá pra andar de pônei (quero!), tem brinquedos para as crianças. A coisa é que você não fica entediado.

Adorei ir lá. Achei muito diferente, um clima bem legal mesmo, e a melhor parte é que é totalmente gratuito e tem estacionamento bem grande no local. Você só paga se for ficar nas áreas vips, mas na minha opinião, é totalmente dispensável. As arquibancadas são grandes, tem bastante espaço e assim você fica livre pra ficar passeando por lá.

Aqui no site do Jockey tem mais infos. As corridas acontecem aos domingos, 1x por mês. Eu sei que a próxima é dia 15/05. Marca na agenda! =D

jockey club parana

O incrível Museu do Café em Santos

Eu não gosto de café. Não adianta querer me dizer que “mas desse café você vai gostar” ou qualquer coisa do tipo. Eu não gosto. Acho o gosto muito forte, não desce. Eu gosto mesmo é de coisinhas doces, não me obriguem a tomar café! Porém, eu ADORO o cheiro do café. É tão delicioso…

Quando fizemos o cruzeiro no carnaval, nossa saída era de Santos, claro. Aí como ficamos com medo dos horários e da estrada nesse feriado, pegamos o ônibus um dia antes e assim também poderíamos conhecer a cidade. Na boa, foi a melhor escolha do universo, porque Santos é uma gracinha!

museu do café 1

Uma das nossas paradas foi no Museu do Café, bem no centro histórico. O prédio é lindão, todo antigo e cheio de história assim, já de cara. Segundo a Wikipedia:

“Primeiramente instalada em um salão alugado no centro de Santos, a Bolsa do Café transferiu-se em 1922 para o palácio construído especialmente para suas atividades, que funcionou até fins da década de 1970 quando foi abandonado.

Criada por decreto federal, ela iniciou suas atividades em 1917 em uma pequena repartição nas rua XV de Novembro com a rua do Comércio, no centro da cidade. Com o aumento do volume das negociações, a construção de uma sede própria passou a assunto prioritário. Após um restauro realizada em 1998, o palácio foi reinaugurado como o Museu do Café.”

museu do café 2

O lugar é realmente incrível, enorme e tem muita coisa sobre a história do café. Tem vídeos, tem objetos, tem cafés (he) e tudo bem organizado, amplo, limpo. Dá um gosto passear por ali, e fotografar o prédio. Cada cantinho tem um detalhe bacana.

museu do café

Nós acabamos ficando um tempinho maior do que o esperado ali, e depois aproveitamos pra tomar um café (no meu caso, uma água) e comer alguma coisa na cafeteria do local, que é super simpática e tem um menu bem interessante!

museu do café

Serviço:

Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico

Horário: De terça a sábado, das 9h às 17h. Domingo, das 10h às 17h. Abertura às segundas-feiras, de dezembro a março.

Entrada: R$ 6,00

Empório Náyme, comida árabe e surpresa da semana!

Esses dias eu postei no Face sobre um restaurante árabe. Aí, uma leitora comentou e me indicou um outro restaurante pra conhecer. Achei desafio, achei legal, achei interessante e fui lá experimentar.

Gen-te! Que surpresa! O lugar fica bem pertinho da minha casa, em frente à Praça do Japão e é simplesmente maravilhoso! Chama-se Empório Náyme e se você passa na frente nem se toca que ali tem um restaurante. Aliás, eu mesma passei e fiquei na dúvida se era ali mesmo.

O local é bem simples, nada com cara de engomadinho e lustres árabes e tapetes voadores e alibabás, haha. É tipo, sabe quando você vai receber um monte de gente em casa, e dá uma improvisada pra caber todo mundo de forma organizada? É essa sensação. Parece que você entra na casa de alguém para um almoço casual. Bom, esse alguém é a dona Náyme, uma fofura de pessoa!

emporio nayme

É aquele mix de mesas, cadeiras, decoração tudo misturado. Meio vintage, meio kitsch, meio casa de vó mesmo. O menu está todo na parede, e sim, o pão é irresistível MESMO. Sério, peçam. Só o pão + 2 pastas e você sai de lá bem abastecido, hehe.

emporio naymeIsso aí na mão do Caju é uma limonada!!

Nós até exageramos lá. Pedimos muita coisa! Kibe frito, sfiha (!!!), tabule, 3 pastas, o pãozinho, o kafta… muita comida. Mas ok, não sobrou porque não tem como sobrar, numa boa.

Valeu totalmente a ida. E o mais legal é que eles estão abrindo mais uma sede, que vai ficar na Vicente Machado, com almoço, buffet de doces, jantar… hummm… Estamos aguardando.

Serviço: R. República Argentina, 62 – loja 2

5 coisas que você não sabe sobre mim

Pra descontrair, hoje vou contar mais um pouquinho sobre mim, relacionadas a viagem ou não, he. Post de domingo, pra dar aquele relax e pra gente se conhecer melhor. =)

1. Eu ODEIO procurar hotel

Assim, sabe uma preguiça? Pra mim, é essa. Procurar hotel é uma coisa que me deixa de mau humor, acho uma chatice sem fim porque sempre tem 37402 variáveis como localização, preço, o que mais oferece, se tem café da manhã, se é fácil de chegar e sair e blábláblá. Me irrita totalmente e eu amo quando fazem isso pra mim e me colocam num lugar bem legal.

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2. Eu conto tudo

Eu sou a louca da contagem. Tudo que eu faço, eu conto. Conto de verdade, em números. Quantos degraus eu subi/desci, quantos pães tem na cesta do restaurante, quantas tags em montei e de novo quantas cordinhas eu passei nelas, mesmo sendo a mesma quantidade, eu conto e reconto mil vezes. Conto os passos, conto as pessoas em um lugar, conto quantas vezes eu serrei uma carne até cortar. Conto, conto e conto. Eu estou sempre contando.

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3. Reciclagem

Sou maluca com isso. Não aguento ver o desperdício das pessoas no dia a dia, seja de comida, de papel, de plástico, de qualquer coisa. Até por isso criamos essa semana o Projeto Eu ♥ Viajar, vocês já viram né?

Sou do tipo que reaproveita tudo que dá, fico com dó de jogar fora, tento canalizar coisas recicláveis pra quem realmente vai dar um fim certo a isso e sou mais louca ainda com papel. Inclusive se um dia eu sumir, procurem embaixo da minha pilha de papéis de rascunho, uma pilha que parece aumentar exponencialmente e que eu não dou conta de usar tudo porque justamente reaproveito até o último!

Eu até já tentei entrar em contato com empresas de reciclagem aqui de Curitiba, porque produzimos muito lixo aqui no escritório, mas pasmem, nenhuma me respondeu! Já busquei ONG’s, mas também nada. Tá difícil ser ecológico hoje em dia.

4. Odeio aterrissagem

O voo vai bem, mas na hora de pousar, ai gizuismariajuzé! Dá um ruim, uma sensação de que não vai parar o avião, uma sensação de acidente da TAM em Congonhas. Não, não dá pra relaxar neste momento, nem falem comigo nessa hora. Obrigada.

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5. Organização

Sabem a Monica de Friends? Claro que sabem, quem não sabe, né? Então, somos irmãs. Tirando a parte da limpeza excessiva e de desinfetar coisas – não sou tão louca assim – somos iguais. Pra mim, não pode ter nada fora do lugar, minhas coisas são organizadas, e não deixo pra depois. Se você entrar no meu quarto e mover 0,5cm alguma das 79725382 coisas que tem nele, eu vou perceber. E eu vou arrumar. Porque está fora do lugar.

Eu estou sempre reorganizando as coisas, tentando deixar mais prático e mais arrumado ainda. Assim como a Monica, eu acho que mereço prêmios pela minha organização.

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