Hospedagem Curitiba: Hotel Mercure Batel

Semana passada fomos convidadas para conhecer e experimentar o Hotel Mercure Batel, aqui em Curitiba. Engraçado que morando a vida toda aqui, a gente nunca para pra observar e entrar em hotéis né? Eu moro perto desse hotel, passo muitas vezes ali e nunca me dei o trabalho de entrar, experimentar o restaurante ou coisa do gênero… e no fim um monte de gente me pede dicas de hospedagem em Curitiba e eu não tenho muito como indicar. Bom, agora já tenho alguma coisa! =D

Pra começo de conversa quero dizer que foi um dos melhores atendimentos que recebi em hotel, e até uma certa hora ninguém sabia que “ai eu era do blog tal”. Fui bem tratada como uma pessoa comum e isso contou muitos pontos. Os recepcionistas foram muito atenciosos e prontos para esclarecer dúvidas.

mercure curitiba

Um pouquinho do nosso quarto

A gerente nos levou por um tour completo no hotel, nos mostrou os diversos tipos de apartamentos e eu não imaginava que o prédio era tão grande. O Mercure tem várias opções de quartos, daqueles mais simples e básicos para uma estadia rápida, os mini apartamentos pra quem fica uns dias a mais e ainda apartamentos maiores com dois quartos e cozinha ampla pra quem fica o mês. Abaixo mostro todos:

mercure batel quartos

mercure batel quartos

Agora, a gente ficou no quarto mais bacana, lá no topo, no 20º andar e com essa vista da cidade:

mercure curitiba

Nesse andar ficam os apartamentos mais bacanas. São duplex e no nosso tinham 2 suítes, lavabo, mini cozinha, sala de estar, sala de jantar, hidro e ainda um terraço. Coisa fina e de muito bom gosto em cada detalhe.

mercure curitiba

O hotel ainda conta com um restaurante, bar, piscina, sauna, sala de ginástica e sala de convenções.

mercure curitiba

O café da manhã obviamente não deixou a desejar. Muitas opções de tudo e atendimento ótimo novamente. O que adorei foi o detalhe do pão de queijo: não fica numa travessa comum largado, ele é servido quentinho em pacote especial para cada hóspede. É pra se acabar nesse café, sem medo de ser feliz (ou engordar, hehe).

 

 

mercure curitiba

- Café da manhã até as 11h nos finais de semana.

- Chuveiro que não alaga o banheiro todo. É simples, coisa boba, mas pra mim isso faz muita diferença porque odeio ter que ficar enxugando chão pra poder usar o lugar.

- Ótimo kit de banheiro. Tem muitas opções e coisinhas!

- Atendimento excelente. Todas as pessoas que nos atenderam foram muito cordiais, ajudaram, responderam às perguntas.

- Pra quem vai em família, o hotel tem ótimas opções de apartamentos maiores.

 

 

- Pra quem busca roteiro bem turístico, ele é um pouco afastado do centro histórico e atrações do tipo. A coisa boa é que o ônibus biarticulado passa na rua de cima e é bem fácil chegar até os pontos de interesse.

hotel mercure batel

Barbarium e as cervejas e bandas legais que tem lá

Muita gente faz questão de vinho, mas eu sou uma pessoa da cerveja. Aliás, eu e a Mari somos pessoas da cerveja (e até hoje eu devo a vida a ela por ter me ensinado a tomar cerveja de trigo – apenas a melhor de todas) e geralmente quando saímos marcamos de ir em o quê? Bares com cervejas diferentes. Esse ano conhecemos o Barbarium, um desses que tem uma seleção boa de cervejas, ambiente bacana e bandas legais.

barbarium

O lugar é bem aconchegante, na parte de dentro mesas e geralmente uma banda tocando, e ainda tem um deck bacana que é ótimo pro verão. Acho a decoração de lá super legal, toda trabalhada na cerveja, óbvio.

barbarium

Pra bater a bebedeira, o bar tem boas opções de comidinhas. Tudo muito bem servido (destaque para a batata frita com queijo – fritas Barbarium – que a Mari ama) e olha essa pirâmide de onion rings!

barbarium

O hamburguer também é bom, e ainda tem opções de tábua de carne para 2 pessoas, que na verdade até comem 3.

Aliás, quero falar das bandas aqui. Só tem banda legal tocando lá, cada dia uma coisa diferente e todas muito boas! Não sei como eles acham esse pessoal, olha essa que vimos na semana passada:

No site você confere todo o cardápio de cervejas e comidas, e também a programação. O Barbarium fica na Rua Chile, 1765 – Rebouças.

*Ah, tem double drink até as 20h durante semana e água gratuita!!

As crianças do Camboja

Quando fui para o Camboja não esperava que fosse me deparar com tantas crianças perambulando pelos templos. No guia que levei falava que elas estão sempre por ali vendendo souvenires, mas falava também que elas vão pra escola, têm família e trabalham antes ou depois dos estudos. Se é verdade eu não sei, mas que elas estão em todo lugar, estão! São tão insistentes que chegam a irritar. Mas são tão lindas e fofas que chegam a comover, a querer levar pra casa, a entender a Angelina Jolie (ela adotou o filho Maddoxx ao se encantar com ele durante as filmagens de Lara Croft no Camboja). Elas vendem praticamente as mesmas coisas. Ou seja, vão te oferecer 20 vezes os mesmos cartões postais, os mesmos imãs de geladeira. E você vai comprá-los pra família inteira, pois essas crianças devem ser treinadas a derreter seu coração. Imagine o olhar do gato de botas do Shrek com um sotaque asiático dizendo “One dollaaaaaar, one dollaaaaaar, please madam.” Ai você pensa, o que é um dólar afinal? E quando vê já comprou todas as bugigangas afim de contribuir com o turismo humanitário.

“Pañuelos, amiga. Compralos” Até espanhol elas aprenderam!

Era domingo em um dos templos que visitei e as crianças estavam por toda parte. A maioria estava lá brincando, aproveitando o final de semana num quintal que Indiana Jones sonharia em brincar. Estava andando por uma trilha quando me deparo com risadas histéricas e felizes de um grupo de crianças que estava se jogando num monte de folhas secas. Quando cheguei perto saíram todas correndo atrás de mim, pedindo qualquer coisa. Quando tirei da bolsa umas pulseirinhas que havia comprado de um outro grupinho eles ficaram loucos! Não queria dar dinheiro, portanto dei as pulseiras e fiz a festa deles!

Cardápio da Copa no Mercure Hotel

Ontem eu e a Mari fomos ao Mercure Batel experimentar o cardápio da Copa que a rede desenvolveu especialmente para acompanhar o mundial. Bom, primeiro que eu moro aqui e nunca tinha entrado no hotel, então já de cara achei o bar charmoso. Ela é muito honesto:

hotel mercure batel

Mas vamos ao que interessa mesmo, o cardápio com 6 pratos especiais: Brasil, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos.

hotel mercure batel

Eu escolhi o da Inglaterra, com o clássico fish and chips. Na hora, o pessoal comentou que era só prato tipo snack, mas olha, se isso é snack… só quero imaginar um prato completo daqui. Achamos muito bem servidos e a comida estava deliciosa.

hotel mercure batel

Uma coisa que achei bacana foi que fizeram a harmonização com cervejas. Cada prato tem uma indicação e como somos pró-cerveja, experimentei com a cerveja indicada.

hotel mercure batel

A Mari é vegetariana e nesse cardápio especial não tem nada 100% sem carne. O prato que ela comeu foi um risoto de palmito muito digno também!

hotel mercure batel

Pra quem quiser experimentar, o cardápio fica até o final do mês. Lá tem mini hamburguer dos Eua, tem salsichas alemãs, um prato com carne seca representando o Brasil, tapas espanholas e um prato com carne e molho de vinho pra França. Todos ficam em R$ 28 e as cervejas variam de acordo com o tipo/marca.

O cardápio da Copa está em todos os hotéis da rede Accor, não necessariamente com os mesmos pratos que vimos aqui no Mercure.

hotel mercure Batel

Um dia na Argélia

A Argélia passou por Curitiba e cativou não só os curitibanos, mas os brasileiros e até o mundo com o seu futebol. Eu tive a oportunidade de visitar Argel, sua capital, operando um voo de Dubai até lá. Não tinha ideia do que esperar do lugar até dar um Google rápido para ver o que tinha pra fazer. Fui alertada para tomar cuidado, pois já haviam casos de comissários que saíram para passear e tiveram suas câmeras roubadas. Pegamos um taxi no hotel e pedimos para ele nos levar nos pontos principais. Como estávamos em  4 (três meninas e um homem) fiquei mais tranquila. Principalmente por ter um homem junto, pois em países muçulmanos assim é meio tenso sair só mulher e principalmente sozinha. Só não tínhamos ninguém que falasse árabe ou francês, o que faria muita diferença, pois o taxista (e a maioria das pessoas) não falava nada de inglês, o que é ruim, pois não havia ninguém pra contar algo sobre os lugares que fomos.

A Argélia viveu por mais de dez anos com uma guerra civil que acabou em 2002 e também já teve muito problema com terrorismo. A destruição causada por tantos conflitos é percebida claramente na cidade, prédios bem mal conservados e em destroços, velhos. E confesso que nunca foi tão difícil arrancar um sorriso das pessoas. Eram todos sérios e com um olhar desconfiado. Mas a partir do momento em que eu falava que era brasileira a expressão deles mudava: primeiro a surpresa, já que não tenho a cara que imaginam de uma brasileira. E depois um sorriso maroto acompanhado de “Brasil, footbal!” Isso foi ano passado, certamente se fosse esse ano antes, durante ou depois da Copa acho que pulariam em mim! Antes de eu ir pra lá, um amigo francês comentou comigo que os argelinos são fanáticos por futebol e ainda brincou que eu deveria falar pra eles “One, two, three, Viva L ‘Algerie!”, que é o grito de torcida deles. De fato eles são fanáticos por futebol e conquistaram o Brasil e o mundo com essa paixão, não foi?

Argélia foi não só uma surpresa na copa, mas uma grande surpresa pra mim. Fiquei impressionada com as fortes características de sua arquitetura e cultura misturada com sua história influenciada pela dominância francesa. O país banhado pelo mediterrâneo ganhou sua independência da França em 1962 e no aniversário de 20 anos de independência construíram um monumento, o Maqam Echahid, em homenagem àqueles que morreram na guerra da independência. O monumento é representado por três pilares em forma de folha de palmeira e abriga uma chama eterna no centro.

Uma das principais atrações da cidade é a Notre Dame d’Afrique, que fica no topo de um morro e o caminho para chegar lá já é uma experiência cultural, passando por casas e ruelas antigas. A catedral foi inaugurada em 1872 e está em perfeito estado, após trabalhos de restauração. Para completar sua beleza, vem acompanhada de uma vista linda para a Baía de Argel. Além de uma imponente igreja, é um grande constraste em um país onde 97% são muçulmanos.

Visitei também o centro da cidade, conhecido como Kasbah, onde encontram-se ruínas da cidade antiga, com mesquitas e palácios que fazem parte do Patrimônio Mundial da UNESCO. Ali pude ver a vida dos argelinos e a concentração de gente e comércio. Foi ali também onde fiquei com um medinho de andar com minha câmera, pois os olhares suspeitos vinham de todos os cantos. Alguns foram simpáticos e deixaram eu tirar foto, outros pediram para eu apagar.

Dificilmente teria a oportunidade de conhecer um país de cultura tão forte e rica se não fosse pelo meu trabalho de comissária. E alguém aí, já foi pra lá?

Praia do Rosa também no inverno

Eu nunca tinha ido para a Praia do Rosa até esse ano. Fui em um final de semana frio pra xuxu, daqueles que tive que usar todas as roupas da mala, e aposto que assim como eu, você também não imaginava que lá fazia tanto frio e que sim, dá pra fazer bastante coisa no inverno.

É que é aquilo né, a gente parte da premissa que destino de praia só serve pra ir no verão, mas me surpreendi com a Praia do Rosa e com as várias coisinhas deliciosas pra fazer lá na baixa temporada.

1. O movimento

A Praia do Rosa é O destino pro verão. Tem gente de todas as raças e todas as tribos e o movimento nas ruelas é intenso. Se já é difícil transitar nas mini ruas vazias, imagina com 971892787 carros por lá!

Não tem isso no inverno. São poucos carros, dá pra ter acesso a tudo facilmente e a coisa toda é bem mais light. Ponto positivo pro inverno por lá.

2. As lareiras

Quem vai no verão deve – no mínimo – achar estranho que algumas pousadas tenham lareira na sala. Os chalés charmosos ficam mais quentinhos, mais românticos e mais aconchegantes ainda no inverno.

praia do rosa

Passar a noite em frente da lareira é uma excelente opção. Boa pra quem quer romantismo puro!

3. Os restôs

Uma coisa é certa, em qualquer época do ano, a Praia do Rosa tem ótimas opções para comer. Mas convenhamos que no inverno, ir em um restô a luz de vela é totalmente outra vibe. Lugares deliciosos, para curtir a dois e tomar um vinho… tem também! (lembrando que o movimento é bem menor e não tem longas esperas)

praia do rosa

4. Baleias

É, pois é. É nesta época de frio que elas aparecem. A temporada vai mais ou menos de julho a novembro, bem no friozinho!

praia do rosa inverno

Foto: Village Praia do Rosa

E então? Partiu Praia do Rosa? =D

————— x —————
A 1ª edição do Santa Catarina na Bagagem ocorreu na Praia do Rosa, em Imbituba, de 23 a 25 de maio de 2014. Idealizado e coordenado pela jornalista e autora do blog Destino Mundo Afora, Tatiana Dornelles, o tour contou com os blogueiros: Anna Martinelli e Mariana Fachin (Finestrino), Natasha Schiebel e João Guilherme Brotto (Pra Ver em Londres), Jr Caimi (Tip Trip Viagens), Helder Ribeiro (Nerds Viajantes), Thiago Cesar Busarello e Márcia Nichelatti (Vida de Turista), Cyntia Campos (A Fragrata Surprise), Erick Stengrat (My Destination Anywhere), Roberta Martins (Territórios), Kellen Bittencourt (Trilhamarupiara), Renata Campos (RêVivendo Viagens), Mauro César Noskowski (Meu Limite 191 Países), Raquel Bez (Põe a Mão no Bolso) e Lucas Estevam Ferreira (Estevam pelo Mundo)
O evento teve o apoio da Acim/Núcleo Praia do Rosa e Faro Comunicação e contou com a colaboração das pousadas Village Praia do Rosa e Vida Sol e Mar Eco ResortRefúgio do Pescador RestauranteCasarão Restaurante Bar MarBeleza Pura Resto/Lounge Bar e Instituto Baleia Franca (IBF).

Sorteio e nova coleção de tags de mala premium!

tags de mala

Oba, mais um lançamento de tags de mala! Dessa vez a coisa é phyna mesmo, pois as tags tem detalhes em prata – prata mesmo, elas brilham gente – e são 2 modelos diferentes. Se não bastasse essa boa notícia, dou uma melhor ainda: vamos sortear 5 tags, uma de cada cor/modelo para 5 leitores sortudos!

tags de mala

São 5 tags:

- Vacation, nas cores pink, roxo e preto;

- I’m Full, em amarelo e ouro (isso mesmo, é fundo ouro e texto prata, ostentação pura).

Para participar é uma baba: só preencher o formulário abaixo com e-mail + nome. É inscrição por e-mail, hein? Mais fácil que isso, só 5 disso! A promoção vale de 02 a 10 de julho até 00h.

O resultado sai dia 11 na nossa página do Facebook (curte lá!) e aqui neste post. Entraremos em contato com os ganhadores por e-mail para pegarmos os dados de envio. Caso não haja resposta em até 3 dias, sortearemos novamente.

Os ganhadores foram:

1. Luna

2. Fernanda Oliveira de Andrade (não respondeu) Natália Gastão

3. Ricardo

4. Robson Souza Bastos

5. Lucilia Ferraz

Depois do sorteio as tags estarão à venda na nossa lojinha também, porém serão um pouquinho mais caras, R$ 12 cada. É justo né, afinal, as malas vão brilhar na esteira!

Comparando: alfajor argentino – parte II

Há muuuito tempo fui a Buenos e resolvi experimentar diversos alfajores. Isso gerou várias coisas: pequeno rombo na conta, alguns quilos a mais e um post comparando alfajor argentino e o que achei deles. Mas é claro que mesmo assim não consegui testar TODAS as marcas e vários ficaram faltando.

alfajor argentino

Nesta última viagem de fim de ano pretendia comprar mais alguns, mas o calor muito intenso não me deixou estocá-los para teste e deixei para comprar no último dia. Foi #fail porque no último dia não deu tempo de fazer um estoque digno e consegui testar apenas mais 4 opções, só que um deles comi no caminho e não acho nunca a foto! Ficou fora da seleção de hoje por motivos de: não posso ilustrar. De qualquer forma está valendo, né? Vamos pra gordice então:

1) Terrabusi – alfajor clássico

alfajor argentino

Dessa nova seleção, foi o que menos gostei. Ele estava macio por dentro e casquinha de chocolate por cima, mas achei o gosto muito forte, não sei explicar, só sei que não gostei muito.

alfajor argentino

Ele é fininho, não é gordão como outros que já experimentei. Pra mim, não foi custo – benefício. Essa aí diz que é clássico, então talvez eu não seja uma pessoa de clássicos, hehe.

2) Jorgito

alfajor argentino

Clássico, super conhecido e não entrou na minha lista pessoal de preferidos. Tanta gente fala bem da marca que esperei muito e no fim achei ok, normal como muitos outros.

alfajor argentino

Ele é bem fofinho e pra mim isso ganha alguns pontos, porque alfajor ressecado não rola. Tem um tamanho bem digno na circunferência mas é bem fininho.

3) Cachafaz – arroz

alfajor argentino

Eu adorei esse! Na verdade achei um pouco durinho, meio seco, diferente da aparência fofinha da embalagem, mas gostei bastante.

Como está ali no título, ele é de arroz e o chocolate é bem mais meio amargo, não ao leite e não pouco amargo. Isso dá um sabor bem diferente e o alfajor não fica enjoativo. Confesso que não consigo comer muito alfajor assim seguido porque acho enjoativo, mas esse eu poderia comer uma caixa toda numa boa!

alfajor argentino

Achei o tamanho bem digno e ele não é redondo como os outros, e sim quadrado. Gostei do “design” e o tamanho não decepcionou.

Ainda faltam muuuuuitos modelos pra experimentar e no meio tempo ainda vão surgir outras marcas e novas opções das antigas, mas assim tenho ainda mais um motivo para querer voltar a Buenos Aires e tirar essa história de alfajor a limpo!

E aí, já provou algum desses acima? Curtiu?

Finestrino Aventura: Morro do Canal

Quem me conhece, acha que meu sobrenome é “sedentarismo”, mas, em minha defesa, prefiro dizer que o meu problema é de inércia. Eu não tenho preguiça de fazer as coisas, eu tenho dificuldade em mudar meu estado. Sempre fui daquelas que ficavam se enrolando 2 horas para ir à academia, mas quando chegava lá, ficava horas emendando uma aula na outra para não ter que voltar para o sofá de casa. Quando eu era mais nova, costumava fazer trilhas com o colégio e sempre gostei muito. Além disso, tenho uma paixão imensa por montanhas e minha imaginação não tem limites. Se um dia eu estou sentada lendo um livro de montanhismo, no dia seguinte já estou na frente do computador pesquisando uma passagem para algum destino no Himalaia.

Esses tempos eu estava tomando cerveja no aniversário de uma amiga quando surgiu de oportunidade de subir o Morro do Canal no dia seguinte. Ainda que não seja uma boa opção fazer esse tipo de programa depois de um dia de bebedeira, topei na hora, pois não é todo dia que surge uma oportunidade dessas.

“Uma hora e meia de trilha”, falaram. “Fácil”, pensei. E no dia seguinte estávamos a caminho de Piraquara. O Morro do Canal fica na Serra do Marumbi, a mesma que tem o Olimpo, que é o mais famoso e também considerado o mais difícil aqui no Paraná (um dia eu chego lá. Ou não).

Morro do Canal

O que eu não pesquisei e ninguém me falou era que, apesar do tempo de caminhada ser de apenas 1h30, o nível de dificuldade era médio, então pensem no pânico da pessoa aqui com zero de preparo físico ao se deparar com grampos e correntes no meio do caminho.

morro do canal

Resolvi encarar e ver até onde eu aguentaria e consegui vencer alguns grampos \o/

Morro do Canal Paraná

Me esforcei muito para fazer o melhor possível, porém não consegui chegar até o cume. Eu desisti faltando cerca de 20 minutos porque não consegui me segurar em um grampo que era mais afastado e precisava de muita força no braço, coisa que eu não tenho. Fiquei com medo de cair e me machucar e achei melhor desistir, mas nem por isso o passeio foi menos interessante. Tinham várias paisagens bonitas no meio do caminho e ouvir aquele silêncio da montanha é sempre muito recompensador.

Morro do Canal Piraquara

Depois conversei com outras pessoas que já fizeram o Morro do Canal e a maioria me falou que não foi uma boa escolha para eu começar, pois ele é um pouco mais puxado mesmo. Ouvi sugestões de tentar o Anhangava da próxima vez e vou acatar. Inclusive, pretendo praticar isso com mais frequência, então é possível que apareçam posts de outros picos por aqui. Se alguém daqui de Curitiba quiser ir junto ao Anhangava, é só avisar, pois estou a procura de amigos mais sedentários para a próxima vez, porque no Morro do Canal eu atrasei o meu grupo e preciso de um ritmo menos acelerado até eu pegar o jeito da coisa porque é muito ruim a sensação de “atrapalhar” o resto do grupo, sabe?

Enquanto eu estava subindo, também fiquei um pouco preocupada com a descida, porque acho que é mais difícil, mas consegui descer tranquilamente, ainda que em alguns trechos eu tenha passado vergonha descendo sentada no chão. Hahaha. Melhor passar vergonha do que me machucar, não é?! Acho que esse tipo de confiança de descer em pé só pega praticando mesmo.

Morro do Canal

Finestrino Aventura Morro do Canal

Informações técnicas do Morro do Canal

Localização: Piraquara – Paraná (cerca de 33km de Curitiba)
Altitude: 1.359m
Tempo de percurso: 1h30
Nível de dificuldade: médio
Trilha com sinalização e em bom estado de conservação.
Como chegar: http://www.bikely.com/maps/bike-path/morro-do-canal-acesso-br-277

Reserva de hospedagem no Booking.com

Oi gente!

O Finestrino entrou no programa de afiliados do Booking.com e decidimos fazer esse post para explicar para vocês como funciona. Para quem ainda não conhece, o Booking é um site de reserva de hospedagem no mundo todo e muito utilizado por quem viaja principalmente no modo econômico.  O site garante tarifas mais baixas e não cobra taxas de reserva, ou seja, você só paga na hora do check-in e o cancelamento é gratuito para a maioria dos quartos.

Como funciona a parceria do Booking com o Finestrino?

Cada vez que alguém fizer uma reserva através dos nossos links e a hospedagem for concluída, nós ganhamos uma comissão. Fazendo a reserva através dos nossos links vocês não pagam nada a mais e ainda ajudam o Finestrino :)

Para facilitar suas pesquisas, inserimos na barra lateral uma caixa de busca e, aos poucos, vamos atualizar nossos posts de hospedagem com links dos lugares que já ficamos também.

reserva hotel booking

Vocês também vão encontrar alguns banners nos nossos posts que vão direcioná-los ao link para efetuar reservas.

Basicamente, seria isso mesmo. Não tem grandes segredos nessa parceria, mas achamos melhor explicar para manter a transparência que sempre tivemos com os nossos leitores, então agora vocês já sabem e, se quiserem nos ajudar, basta reservar por aqui.

Se alguém quiser saber mais alguma coisa, é só perguntar ;)

Quanto Custa? Curitiba

Geralmente fazemos estes posts contando quanto gastamos em nossas viagens, e estas sempre são estilo econômico. Curitiba é um caso a parte, pois moramos aqui. Neste post não vou citar preço de deslocamento (passagens) e vou usar como base um final de semana na cidade, sempre priorizando o que pode ser mais econômico.

——————- x ——————–

Transporte: R$ 110,00

Curitiba não tem metrô, então o jeito é pegar táxi e ônibus. A boa coisa é que não acho o táxi aqui tão caro não, e pra ir do aeroporto ao centro dá para pegar o ônibus especial que custa cerca de R$ 8 o trecho. A noite para sair no sábado por exemplo, acho melhor pegar um táxi do que ônibus (a noite tem menos ônibus e também não é muito seguro).

Para passear por aqui e conhecer nossos pontos turísticos, acho extremamente válido pegar a linha turismo que custa R$ 29. A coisa é que nossos pontos são bastante afastados um do outro e de táxi fica mais caro, de ônibus regular inviável ver tudo. Assim você consegue ver bastante coisa com um transporte só. No domingo sugiro usar ônibus para ver o que faltou e ir na feirinha do largo, por exemplo. A tarifa é mais barata no domingo, então é uma boa pedida aproveitar esse dia para esse transporte.

Basicamente minha conta foi a seguinte: ida e volta do aeroporto de ônibus (R$ 16) + táxi para seu hotel (R$ 15 – isso depende da distância do seu hotel da parada do ônibus, que para em poucos pontos centrais) + ônibus turismo sábado (R$ 29) + táxi para saída sábado a noite (R$ 40) + alguns trechos de ônibus domingos (R$ 10).

Eu não somei uma saída na sexta a noite, imaginando que geralmente o pessoal chega já no fim da tarde e muitas vezes nem dá pra aproveitar. Se chegar mais a tarde, você pode calcular mais um táxi nesse dia. Quem estiver com amigos, pode negociar umas caronas né? E em mais gente junto, o táxi vai ficar mais barato, aqui somei tudo sem dividir por número de pessoas.

Hospedagem: R$ 100,00 (2 diárias/pessoa)

Aqui estou contabilizando o mais econômico, ou seja, esse é o preço de hostel. Já falamos de vários daqui da cidade e o preço não varia muito de um pra outro. O que varia é o tipo de quarto. Os privados podem ficar um pouquinho mais caros, mas este valor é pensando em um quarto coletivo com banheiro no quarto. Se vierem em 4 pessoas, já é a melhor opção!

curitibaFoto do Eco Hostel

Alimentação: entre R$ 130 e R$ 250

Curitiba tem muitos lugares bons, legais e baratos para comer. Realmente não faltam opções aqui e de todos os tipos. Essa conta fiz pensando no que eu gostaria de gastar, comendo algo bacana sem custar o olho da cara e também sem ser só comida de rua. Meu cálculo foi o seguinte:

Para o jantar de sexta, algo como Mustang Sally, meio bar, meio restô com happy hour e preços mais amigos pra gastar aí uns R$ 30. No almoço de sábado, você estará na rua com o ônibus de turismo. Quem sabe seja legal almoçar no Mercado Municipal e lá tem opções pra todo mundo. Dá pra gastar uns R$ 20 em um por quilo.

A tarde, ninguém é de ferro e Curitiba tem muitos cafés e confeitarias (oi, Caramelodrama) legais. Acho que vale uma parada estratégica, e nessa lá se vão mais uns R$ 20-25.

A noite dá pra ir em um restô mais bacana e gastar mais ou aceitar minha dica do meu *queridinho* e ir no Spaghetto, na minha opinião um dos melhores da cidade e muito bom preço. Dá pra comer muito bem com R$ 30. O lugar é antigo, gostoso e econômico. Mas claro, se você quiser pode quem sabe conhecer o Poco Tapas (restaurante molecular) ou o indiano Swadisth (lugar lindo até dizer chega) e se preparar para tirar mais de R$ 100 do bolso.

No dia seguinte, é provável que você vá na feirinha do Largo e lá tem de tudo: restaurante, por quilo, comidinha de feira. Dá pra comer legal com R$ 15-20 no almoço e depois mais a tarde parar para conhecer outro café (oi, Artesanilo!) ou uma sorveteria diferente e aí pode ser mais uns R$ 20 na conta.

Como falei, Curitiba tem inúmeras opções de todos os preços e gostos, mas dá pra comer muito bem com pouco aqui!

Vida Notura: R$ 200

Sinceramente acho nossa cidade fraquinha de opções de lugares para sair dançar. Tem muita casa de música sertaneja e que são bem caras. Pra quem gosta é um prato cheio, mas prepare-se para gastar entre R$ 60-100 (mulher paga menos e depende do quanto você bebe).

Temos vários bares cervejeiros aqui que são ótimos! A maioria não paga entrada, mas a gente compensa na cerveja, he. É fácil gastar R$ 200 em um final de semana aproveitando a noite curitibana. Como falei, a maioria das casas de balada mesmo, estão bem carinhas, com entradas de R$ 50, 60, 70 (eu acho isso bem caro) + consumação.

Passeios: R$ 15,00

O bom de Curitiba é que tem muito parque e coisas ao ar livre – mesmo com o frio, hehe – e isso tudo é gratuito. Tem museus bem legais pra conhecer que ou são gratuitos ou custam muito pouco, tipo o MON (aquele do olho) que custa R$ 6.

Outro que acho muito legal é o Museu do Holocausto, que é grátis e único no Brasil. Além disso visitas como Jardim Botânico (tem um passeio lá dentro que é pago e precisa ser agendado), Parque Tanguá, Bosque do Papa, feirinha do Largo, Mercado Municipal, Parque Barigui, Praça Espanha, centro histórico que está revitalizado e colorido… tudo gratuito.

curitiba

Eu coloquei como R$ 15 porque contando que você vá a pelo menos mais um museu pago, já vai dar isso. De resto, é tudo liberado!!

Total de um final de semana aqui: R$ 575 a R$ 650

Depende bastante se você vai optar pelos restaurantes mais caros, se vai optar por andar só de táxi e não de ônibus e se vai sair pra dançar. Essa é uma média de gastos aqui em Curitiba. Dá pra fazer muita coisa com R$ 500 aqui no final de semana! Se não for pra balada ainda economizará mais.

Lembrando que não coloquei aqui preço de passagens e nem de compras. Curitiba não é A cidade para compras, acho que o máximo que você vai levar são souvenirs da cidade – que são bem legais inclusive – e compras da feirinha provavelmente. Traga um dinheiro a mais para esse passeio, porque a feira é enorme e tem muita coisa legal, além de lojas e galerias em sua volta.

Ah, e antes de fazer a mala, leia esse post, porque o clima aqui é maluco!

Bisa Basílio Café

bisa basílio café

Esses dias conheci mais um café super bacana aqui em Curitiba, o Bisa Basílio Café. Na verdade foi uma descoberta bem conveniente, pois o Bisa é um dos novos pontos de venda credenciado do projeto Sou Curitiba – que vende souvenirs da cidade – e um lugar fofinho e perto do meu escritório.

bisa basílio café

bisa basílio café

Tá toda arrumada pra Copa!

O lugar é uma graça, uma casinha toda aconchegante com cantinhos especiais com sofás coloridos, cadeiras diferentes e até uma salinha especial caso queria fazer alguma reunião por lá.

bisa basílio café

Achei coisas bem legais na vitrine deles. Tem clássicos como a Torta Alemã e o Brownie, mas tem também brigadeiro de potinho (mais comum em festinhas), banoffi em formato diferente e uma coisa que adoro muito, pé de moleque com chocolate. Detalhe: é diet! Segura essa dieta!! É pra comer todo dia, tá liberado.

bisa basílio café

bisa basílio café

bisa basílio café

O Bisa Basílio Café ainda tem opções para almoço, com preços de R$ 16-20. Pelo que vi, sempre são servidos dois pratos por dia (dá pra acompanhar a programação na página deles no Facebook).

Agora, pra quem vai assistir os jogos da Copa aqui, tá feito. O Bisa fica atrás da Arena da Baixada, posição estratégica e cheia de delícias pra quem quiser fazer hora com o movimento, comer alguma coisinha gostosa, comprar e levar pro estádio…

E como falei ali em cima, eles vendem coisas fofas de Curitiba. Tem vários souvenirs legais como os bloquinhos da Badu Design, o mini Jardim Botânico (acho o máximo esse!), buttons e é claro, nossas tags estão lá também!

bisa basílio Café

bisa basílio café

Olha o mini Jardim Botânico ali

Bisa basílio Café

Anota aí! O Bisa Basílio fica na R. Cel. Dulcídio, 1822 ou se facilitar, bem atrás da Arena.

Onde ficar na Praia do Rosa: Pousada Village Praia do Rosa

Demorou um pouco mas finalmente pude conhecer a Praia do Rosa. Quem acompanha nosso Instagram (oi, aqui ó!) viu que estávamos lá no final de semana passado em um evento organizado pela Tatiana do blog Destino Mundo Afora, o Santa Catarina na Bagagem.

Lá ficamos hospedadas no Village Praia do Rosa, uma pousada cheia de charme, bem próximo à praia, na ponta Sul. De cara nos apaixonamos pelo lugar. Logo na entrada a plaquinha de boas vindas/boa viagem para os visitantes e andando um pouquinho, várias cabanas fofas nos aguardavam.

Village Praia do Rosa

Nós ficamos em uma cabana com 3 suítes de casal, com cozinha, sala, lareira (tava muito frio lá, achei importante esse detalhe. Tem lenha nas cabanas e se quiser mais pode pedir) e garagem própria. Aliás, cada cabana tem seu próprio estacionamento em frente, então não precisa se preocupar em parar longe e ter que carregar malas.

Village Praia do RosaDá pra ver que os quartos são bem amplos e a casa enorme!

O lugar era incrível, muito bem cuidado, aconchegante e bem acolhedor. Cada quarto tem seu próprio ar condicionado, nada de sistemas gerais da casa.

Como fomos em uma época bem fria, não pudemos aproveitar a piscina do Village, mesmo ela estando bem convidativa. Pra quem gosta, também tem uma quadra de tênis lá, academia e playground pros pequenos.

O café da manhã está incluso na diária e vale-muito-a-pena! Um montão de coisas deliciosas, frutas, chá/café, bolos caseiros, pãezinhos diferentes… é pra ficar um bom tempo ali, viu? Só cuidado pra não tropeçar depois e sair rolando.

Village Praia do Rosa

Os atendentes foram super bacanas também, porém tenho uma pequena ressalva. A pousada não tem atendimento de madrugada. Se não me engano entre 23h e 8h a recepção fica sem ninguém. Pra entrar e sair da pousada é tranquilo, eles dão a senha do portão, mas para qualquer emergência, isso é bem ruim. Infelizmente digo isso porque tive um contratempo um dos dias e precisava de farmácia. Pra quem não conhece a Praia do Rosa, te conto que as coisas não são uma do ladinho da outra, na região que estávamos eram muitas pousadas e afastadas do centrinho. Eu não fazia ideia de onde encontrar uma farmácia e para ir precisaria pegar carro e tal.

Na manhã seguinte, tipo 8h e pouco consegui falar com a recepcionista e ela disse que tinha uma farmácia que entregava lá na pousada. Perfeito isso, mas se tivesse alguém lá a noite, poderia ter resolvido isso antes né? Sei que é um custo a mais para a Pousada, mas pode ser de grande valia.

————— x —————
A 1ª edição do Santa Catarina na Bagagem ocorreu na Praia do Rosa, em Imbituba, de 23 a 25 de maio de 2014. Idealizado e coordenado pela jornalista e autora do blog Destino Mundo Afora, Tatiana Dornelles, o tour contou com os blogueiros: Anna Martinelli e Mariana Fachin (Finestrino), Natasha Schiebel e João Guilherme Brotto (Pra Ver em Londres), Jr Caimi (Tip Trip Viagens), Helder Ribeiro (Nerds Viajantes), Thiago Cesar Busarello e Márcia Nichelatti (Vida de Turista), Cyntia Campos (A Fragrata Surprise), Erick Stengrat (My Destination Anywhere), Roberta Martins (Territórios), Kellen Bittencourt (Trilhamarupiara), Renata Campos (RêVivendo Viagens), Mauro César Noskowski (Meu Limite 191 Países), Raquel Bez (Põe a Mão no Bolso) e Lucas Estevam Ferreira (Estevam pelo Mundo)
O evento teve o apoio da Acim/Núcleo Praia do Rosa e Faro Comunicação e contou com a colaboração das pousadas Village Praia do Rosa e Vida Sol e Mar Eco ResortRefúgio do Pescador RestauranteCasarão Restaurante Bar MarBeleza Pura Resto/Lounge Bar e Instituto Baleia Franca (IBF).

Coisas que me inspiram a querer viajar

Viajar é sempre uma opção pra mim, ainda mais quando muitas coisas me inspiram a isso. Hoje em dia com as redes sociais é ainda mais fácil se emocionar com fotos e destinos e sair logo comprando uma passagem aérea. Claro, comigo também funciona assim, as redes me influenciam bastante a – no mínimo – buscar informações sobre algum destino novo, mas tem tantas outras coisas que me fazem querer viajar!

Eventos, Congressos e Feiras

Na verdade confesso que nem participo muito de eventos e congressos. Não que eu não queira, mas nem sempre dá certo de ir. Não só eventos de viagem como os encontros de blogueiros que volte e meia acontecem, mas eu tenho muito interesse sempre em ir para feiras de design, arte e afins.

É muito legal estar com gente criativa, em atividades diferentes, ouvir coisas novas… é o tipo de viagem que agrega demais. Além da cultura óbvia de simplesmente estar em algum lugar novo, o contato com outras pessoas e estudos inspira demais.

Foto do Fuori Salone de 2013

Reencontrar amigos

Que bom é conhecer outro lugar E reencontrar velhos amigos! Quando morei na Itália conheci um monte de gente de tudo quanto é lugar. A coisa boa é que agora posso ir pra vários lugares para reencontrar todo mundo e ainda ter guias particulares em cada destino. É a viagem 2 em 1 clássica. =D

Arte

Eu sou designer, e por isso estou sempre em busca de novas referências visuais. Nessa, acabo encontrando um monte de gente nova, exposições, trabalhos diferentes e que dão muita vontade de ver ao vivo, de ir até NY ver a exposição X ou ir a Londres ver a intervenção Y. Viagem para inspirar no trabalho, eu curto também hein?

Ano passado fui a Milão para me inspirar no Salone del Mobile e de quebra aproveitei para rever amigos (vide item acima, um dos motivos pra querer viajar) e ir a um casamentoconhecer Zurique e dar um pulo rápido em Roma. Tudo em nome da arte, é claro.

Dança

Depois que comecei a dançar, também comecei a buscar lugares diferentes para tal. Explico: volta e meia tem festivais incríveis de dança pelo mundo e dá muita vontade de unir essas duas paixões também.

Nem comento que pra mim, Buenos Aires é uma das principais escolhas sempre, e isso por causa da dança. Eu tento ir pelo menos 1x por ano pra lá para fazer aulas e estudar o tango. Uma coisa puxando a outra, olha só.

Além disso também já fui pro Rio por causa de um workshop de tango. Tá vendo? Isso que eu chamo de unir o útil ao agradável (e saudável também)! Espero que mais pra frente surjam viagens para shows, seria apenas perfeito. Posso sonhar né gente, me deixa.

Instagram – moderninho

O recurso mais moderninho pra inspirar qualquer um a viajar. Seja daquele amigo que foi pra um lugar legal e posta fotos direto, seja através de Instagrams especializados em viagem tipo o Wonderful Places que mata todo mundo de vontade com fotos lindonas.

Filmes, programas e documentários – clássico

Clássica inspiração que não pode ficar de fora da minha listinha. Pra falar a verdade eu tenho preguiça de documentário, mas de vez em quando vejo algum e bate a vontade. Dessa parte “tv” da coisa, o que mais me inspira sempre são filmes fofinhos (sim esses de menina que tem historinha romântica na cidade x) e programas de viagem, de preferência os de humor. Fica bem mais divertido e parece que a gente entra melhor no clima.

E vocês? O que te inspira a viajar?!

Vídeo de Sábado: Happy (We Are Foz)

Não sei vocês, mas eu adoro os vídeos que as cidades ao redor do mundo vem produzindo inspirados no clipe Happy, do Pharrel Williams. Parece que Curitiba foi a primeira cidade brasileira a ganhar sua versão (quem não viu, clica aqui) e agora mais uma cidade no Paraná também fez a sua versão: Foz do Iguaçu.

O mais bacana desses vídeos é que dá uma emoçãozinha e você fica pensando: “olha, é a minha cidade”, “olha, eu já fui ali”. Enfim, quem quiser gastar algumas horas é só entrar no youtube e digitar “happy we are” para cair no buraco negro.

A versão de Foz do Iguaçu mostra vários lugares que tive a oportunidade de conhecer quando estive lá e com certeza vai te deixar com vontade de ir também.

1 2 3 87