Como é a Oficina Brennand, em Recife

Semana passada fui pela primeira vez ao Recife e é claro que vou começar falando de um dos passeios que mais curti por lá: Oficina Brennand. Não que eu não tenha gostado das outras coisas e que não tenha me divertido (e que não tenha um monte de novos posts pra escrever), mas eu adorei muito esse lugar e ele merce todo o destaque possível.

Antes de viajar eu também pesquiso o que tem pra fazer, onde ir e onde não ir no blogs, e li em vários lugares e sites de turismo local sobre a Oficina Brennand e sobre o Instituto Brennad. Pra garantir ainda conversei com algumas pessoas que tinha visitado o lugar e tive duas respostas bem opostas:

Posso dizer que mesmo conhecendo os maiores e melhores museus do mundo, sim esse lugar é excepcional e tem que ser visitado sim!!

Esse lugar é de fato uma fábrica de cerâmica, então não fica no centro e sim BEM afastada dele. Pra ir de ônibus convencional eu não aconselho, primeiro porque Recife tem trânsito e vai demorar de-mais e segundo porque tem um bom trecho em uma estrada menor no meio da mata que ônibus não te leva, então teria que pegar um táxi até a entrada.

De táxi saindo da praia de Boa Viagem (onde a maioria das pessoas se hospeda), o trecho dá cerca de R$ 35. Nós alugamos um carro lá, então foi bem mais tranquilo pra chegar. É fácil ir, ainda mais com o GPS do celular. O que atrapalha mesmo é o trânsito que achei muito f***.

Bom, chegando lá já dá pra ver que é tudo master bem cuidado, muito carinho ali, tudo limpo, arejado… dá um prazer de visitar! A entrada custa R$ 10 e R$ 5 a meia e já na bilheteria eles dão um mapinha de toda a área. O bom é que o lugar é tão grande que mesmo cheio de visitantes não fica aquele empurra-empurra.

De início tem um jardim lindão e ao fundo o galpão com a fábrica de um lado e do outro um museu – enorme – com muitas peças de Francisco Brennand, que aliás, tem mais de 80 anos e ainda está ativo criando.

Ao lado desse galpão tem um corredor maravilhosão com um paredão lindo, colunas com esculturas e no fundo… mais esculturas.

Atrás desse corredor a céu aberto tem ainda um jardim com cisnes, e atrás disso ainda, mais um museu, dessa vez com quadros pintados por Brennand.

O local é tão grande que ainda tem um anfiteatro e um galpão para eventos.

A visita toma tempo, tem muita coisa pra ver e o espaço é muito grande. Dá para passar a tarde lá e o melhor é que se a fome bater, tem um restaurante delicioso lá dentro.

É pequeno, mas o cardápio tem sanduíches, massas, saladas e café, tudo bem natural, fresquinho e saudável. Nós almoçamos lá e pedimos o “mil folhas”, que é um beirute com frango grelhado, peito de peru com queijo, cenoura e mil folhas de alface. É muito grande e nenhum de nós conseguiu comer inteiro. Até comentei com o garçom que não aguentamos e ele disse “Quase ninguém consegue terminar esse prato.” Esse pratão custa R$ 25 e o suco natural R$ 4,50.

Bom, e um lugar cheio de estátuas…. só podia gerar uma coisa: fotos imitando tudo! Passeio completo na Oficina Brennand:

Comentários

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7 Comments on Como é a Oficina Brennand, em Recife

  1. Avatar
    grasi demetrio
    7 de agosto de 2013 at 17:59 (6 anos ago)

    nossa que lugar diferente nunca tinha ouvido falar, bem bonito e interessante mesmo

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  2. Avatar
    Nívia
    8 de agosto de 2013 at 16:44 (6 anos ago)

    Também amei a Oficina Brennand. Combinei com o museu do irmão dele, bem mais imponente, mas gostei mais da oficina, mais autentica. A única coisa que me desanimou foi não ter $ para comprar uma das peças, todas que vi tinham mais de 5 dígitos. 🙁

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  3. Avatar
    Ana Paula
    9 de agosto de 2013 at 8:35 (6 anos ago)

    Uau…. Teve até quadradinho de quatro???
    rsrsrsrsrsrs

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  4. Avatar
    Paula
    4 de janeiro de 2014 at 10:31 (6 anos ago)

    Olá! Concordo que a Oficina de Brennand é um lugar especial em múltiplos sentidos!!! Seu relato da visita é cheio de vigor. Um verdadeiro convite.
    Só um pequeno retoque… Ricardo Brennand e Francisco Brennand são duas pessoas diferentes, da mesma família que tem contribuído de maneiras diferentes à cultura pernambucana. Francisco Brennand é artista plástico, ceramista, pintor – a Oficina é o espaço da obra dele (e não de Ricardo). Ricardo Brennand é empresário e criou um espaço também muito interessante chamado Instituto Ricardo Brennand.

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    • Anna
      Anna
      4 de janeiro de 2014 at 21:31 (6 anos ago)

      Oi Paula!!

      Obrigada por esclarecer! Eu só achei informações meio confusas e ninguém me explicou certinho cada um!
      Eu só consegui ir na Oficina, no outro não deu tempo =(

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    Gabriela Palma
    9 de outubro de 2014 at 11:01 (5 anos ago)

    Olá Anna,
    Nossa eu estou montando o roteiro das minhas férias (Mochilão Nordeste) e já tinha incluído a Oficina Brenand no meu roteiro, mas pensei que daria para ir e voltar de busu, mas pelo visto é melhor pegar um táxi mesmo 🙁 Ainda mais que eu estou indo sozinha!
    Super bj e parabéns pelo blog
    Gaby

    Responder
    • Anna
      Anna
      12 de outubro de 2014 at 11:23 (5 anos ago)

      Então guria, é bem afastado!
      Acho que de taxi vc chega mais rápido e sem problemas sabe?

      Tem luxos que valem a pena.
      Beijo!

      *depois conta o que achou de lá!

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