Greenwich

Faz tanto tempo que eu não posto aqui no blog que eu estou com medo que meu post seja automaticamente direcionado para a categoria Turista. Hehe. Mas vamos ao que interessa.

A localidade de Greenwich fica 10km a sudeste de Londres é é famosa devido ao Meridiano de Greenwich. Para quem não lembra, o Meridiano de Greenwich é uma linha imaginária que divide a Terra em Oriente e Ocidente, servindo de referência para localização, data e hora de qualquer lugar do mundo.

Para quem vai a Londres, acho que esse é um passeio que não pode faltar, apesar de já ter conversado com muita gente que esteve em Londres e disse não ter ido ao local. Para quem gosta de Cartografia, Geografia e Astronomia (eu!) o passeio pode ser bem mais interessante, pois lá também fica o Observatório Real de Greenwich, o qual abriga um museu com instrumentos muito interessantes que foram desenvolvidos e utilizados por renomados cientistas e astrônomos.

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(Se algum colega de faculdade estiver passando por aqui, só queria dizer que nas duas fotos de cima é um teodolito de 1820. Muito mais bonito do que a mais moderna estação total robotizada com GPS integrado e blábláblá).

Mas, logicamente, o maior atrativo do local é a materialização do Meridiano de Greenwich, onde todos tiram a tradicional foto com um pé de cada lado do meridiano. Um pé em cada lado do mundo. Quero fazer isso um dia com a Linha do Equador também.

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Tirar uma foto sozinho aqui não é fácil, mas não chega a ser tão disputado quanto uma foto no Cristo Redentor, mas a vantagem é que as pessoas respeitam o seu espaço e deixam você tirar a foto tranquilamente. E por falar em Rio de Janeiro…

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Eu li no meu guia que a noite aparece um uma luz verde de laser cruzando todo o céu e indicando a posição do Meridiano de Greenwich, infelizmente não fiquei lá até a noite para ver isso, mas deve ser bonito, principalmente porque o observatório é em um parque, então não devem ter luzes da cidade atrapalhando.

Como o observatório fica em um parque, é legal completar o passeio com uma caminhada. O local é bem amplo e sempre tem gente circulando com os cachorros, crianças andando de bicicleta e no verão acho que rolam muitos piqueniques nos gramados.

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Eu sei, nas fotos aqui não tem nenhuma pessoa, mas é porque eu cheguei MUITO cedo, mas quando eu estava indo embora já estava cheio de gente.

No mesmo local existem outras atrações e vocês podem consultar valores e horários aqui e como chegar aqui.

Quando eu estava pesquisando, descobri pelo site oficial que é possível ir de barco também. Adoro passeios de barco, pena que só fiquei sabendo agora, mas fica a dica para quem quiser apreciar um passeio pelo Tâmisa ;)

Mariana
Especial 05: Comparando museus Londres
22
abr
#Fail: furto em Londres

Foi em frente ao Buckingham Palace que eu conheci uma brasileira que pediu para eu tirar uma foto dela. Eu estava sozinha e ela também, então continuamos passeando por vários lugares da capital inglesa durante o decorrer do dia.

Londres (117)

Era a minha primeira viagem internacional, mas por mais que eu já tivesse lido muito sobre como a Europa é mais tranquila e sem criminalidade, eu sempre fiz todos os meus passeios seguindo as mesmas regras de segurança básica que eu utilizo no Brasil. Confesso que hoje em dia eu sou mais relaxada quando eu viajo, porque é sempre assim mesmo: a gente acaba ganhando confiança e adaptando as regrinhas de segurança nos novos destinos visitados.

Depois de visitar a London Bridge, paramos para fazer um lanche.

Londres (129)

Ela contou que estava estudando na Alemanha e que veio passar o final de semana na casa de uma amiga em Londres, mas essa amiga trabalhava o dia todo, então por esse motivo ela havia deixado a mochila no locker da estação de trem e estava passeando apenas com a bolsa com todos os documentos e o dinheiro. Ela comentou, inclusive, que não tinha deixado dinheiro nenhum no locker porque por mais que tudo lá fosse mais seguro e confiável, vai que alguém abre e sabe como é… o seguro morreu de velho. Em seguida continuamos a conversando sobre isso, sobre como ali era mais seguro, contamos os casos que já tínhamos vivido ou presenciado no Brasil e sobre as nossas experiências seguras fora do país. Eu estava em Londres há quase 3 semanas e já não tinha mais medo de pegar ônibus de madrugada e nem de passar nos subways às 5h para pegar aquele primeiro ônibus do dia para visitar alguma cidade vizinha. Finalizamos a conversa com aquela frase “mas mesmo assim é melhor não dar bobeira, né?!” e levantamos para continuar nosso passeio.

“Minha bolsa sumiu”, ela disse.

Eu dei risada e continuei andando.

“É sério! A bolsa estava aqui do meu lado e não está mais”.

Sim, furtaram a bolsa dela. Inacreditável! Parece até que quem fez isso estava ouvindo a nossa conversa cheia de confiança.

Fomos direto falar com um guarda que estava ali próximo e ele nos orientou a procurar nas lixeiras, pois nesses casos normalmente a pessoa pega o dinheiro e joga os documentos no lixo para acharem depois. Lá fomos nós virar os lixos londrinos e NADA.

Perguntamos para as pessoas que estavam nas proximidades e ninguém tinha visto nada. Decidimos ir até a polícia para registrar a ocorrência, mas eles não registram a ocorrência sem o passaporte! Além disso, fomos MUITO mal atendidas. Eles não se preocuparam nem um pouco em ajudar. A embaixada do Brasil já estava fechada, então teria que esperar até o dia seguinte. Ela precisava tirar a mochila do locker até um horário x, que não lembro qual era, só que para retirar a mochila ela precisava da chave e a chave estava na bolsa que foi furtada. Foram muitas emoções, então antes que ela pedisse qualquer favor, eu já me ofereci para emprestar dinheiro. Eu não sabia como ela ia me pagar isso de novo. Eu nem sabia SE ela ia me pagar, mas eu decidi ajudar porque eu pensei que se fosse a situação inversa, eu gostaria muito que alguém me ajudasse. Paguei as passagens dela e fomos até a estação para ver o que dava para fazer. £40 por ter perdido a chave. Cartões para fazer ligações, mais dinheiro de passagens, janta… Eu já não aguentava mais ficar na rua correndo atrás das coisas, mas eu também não podia abandoná-la, pois a amiga dela só chegava do serviço às 22h. Fomos para a minha casa e lá contamos a triste história para todo mundo. Houve quem falasse que ela poderia estar dando um golpe em mim e que eu não devia ter levado ela para lá, mas quando deu o horário só sei que ela foi embora levando os meus contatos, dizendo que ia na embaixada no dia seguinte e falando que assim que ela entrasse em contato com a família dela no Brasil, ia pedir para eles mandarem o dinheiro para mim.

Qual foi o desfecho da história com relação ao passaporte e ao visto dela eu realmente não lembro, mas deu tudo certo. Hoje em dia ela é casada com um alemão e, certamente, mais atenciosa com a sua bolsa.

Quanto ao dinheiro, a família dela transferiu certinho para mim e me agradeceu imensamente por ter ajudado.

No final das contas, foi um #Fail com final feliz.

Mas nunca esqueçam que é normalmente o excesso de confiança que faz a gente cometer os erros mais estúpidos que podem estragar nossas viagens.

Alguém mais já passou por alguma situação parecida em viagem?

Mariana
Especial 05: Comparando museus Londres
Passeio de barco: Londres x NY
#Fail: vivendo na neve
O2 Londres
15
fev
Tour do Rock: The Smiths

Ingressos para os shows do Morrissey no Rio de Janeiro e em São Paulo comprados.

DVD “Who Put the M in Manchester?” rolando.

Hora de começar a escrever sobre minha breve visita a Manchester.

Manchester serviu de berço para várias bandas consagradas no mundo do rock e, em passagem pela Inglaterra, não pude deixar de conhecer a cidade mais alaranjada de todas as cidades que eu já vi. Não sei se foi por saber disso que eu tive essa sensação, mas, na minha opinião, Manchester tem a cara e os ares do rock mesmo. Alguns diriam que é do futebol, mas disso eu já não entendo.

Manchester

Foi em Manchester que eu pude descontar toda a raiva reprimida que eu tinha por todas as vezes que alguém falava “Ronaldo” quando eu dizia que era brasileira, pois lá eu pude responder “Smiths” para todos que perguntavam o que eu estava fazendo lá e o que eu sabia sobre a cidade.

Eu cheguei em Manchester meio perdida. Queria conhecer a cidade por causa dos Smiths, mas não tinha pesquisado nada sobre os lugares pelos quais eu deveria passar. No hostel eles já perguntaram logo de cara por que eu escolhi visitar Manchester e quando eu respondi que era por causa dos Smiths eles imprimiram na hora um roteiro completo passando por todos os lugares relacionados a banda. Foi lindo. A equipe do hostel era muito atenciosa e eu achei o hostel criativo porque cada andar era dedicado a uma banda/cantor. Só fiquei desapontada porque eles não me deixaram no andar dos Smiths. He.

Como eu passaria apenas um dia e meio na cidade, eu precisava correr para conseguir ver o máximo de coisas possível.

Affleck’s Palace

O Affleck’s Palace é um edifício de lojas independentes, a maioria delas de rock. Na verdade, é como se fosse a Galeria do Rock de São Paulo. O estilo é o mesmo, inclusive das pessoas que frequentam. Mas é bastante interessante e dá pra perder umas boas horas passeando pelos 4 andares do lugar. Nas paredes externas do edifício existem mosaicos com vários temas de Manchester e, em um deles, temos o Morrissey como protagonista.

Manchester Central Library

“It definitely began with the water. It must also have something to do with Central Library. I was born in Central Library – in the crime section.”  (Morrissey)

Bem, isso explica muita coisa, né. Enquanto todos os jovens de Manchester frequentavam bares e baladas, Morrissey gastava seu tempo na biblioteca.

Manchester (8)

Tem um outro trecho dessa mesma entrevista que ele falou que frequentava a biblioteca que o entrevistador fala “Ah, Manchester – the music, the clothes, the violence, the grace, the sex…” e Morrissey responde: “I don’t remember any sex”.  É o Morrissey, né gente. Tadinho. Hahaha.

The Haçienda

The Haçienda está para The Smiths mais ou menos como The Cavern Club está para The Beatles. Mas se, por um lado o The Cavern Club foi onde os Beatles começaram, o Haçienda foi onde os Smiths fizeram seus maiores shows, pois era o clube mais famoso de Manchester.

Atualmente o The Haçienda é um edifício de apartamentos. Acho uma pena, pois eu gostaria muito de poder ter entrado e visto como era o lugar onde eles se apresentaram, da mesma maneira que fiz no The Cavern em Liverpool.

The Ritz

O The Ritz é uma casa de shows localizada na mesma rua do The Haçienda, mas essa existe até os dias de hoje e foi onde os Smiths fizeram seu primeiro grande show.

Ritz, Manchester

Desculpe, mas eu tive que pegar essa foto da internet porque só quando montei o post que eu vi que não tinha fotos do The Ritz, mas não lembro o motivo. Pra economizar memória, talvez. Quando eu viajei (2007) eu tinha um cartão de 1GB que deveria durar uma viagem toda de um mês. E olha que cartão de 1GB naquela época era MUITO. Enfim, fiquei triste por não ter foto do The Ritz.

Salford Lads Club

Essa visita foi a mais #Fail de todas. Meu objetivo era chegar aqui e tirar uma foto igual a essa:

Mas acontece que o lugar era MUITO longe e, mesmo com o mapa, eu me perdi. No caminho encontrei uma mulher e pedi ajuda, ela disse que trabalhava lá perto e me levaria. Fui caminhando um longo trajeto ao lado dela, que me bombardeava com perguntas sobre Manchester e eu não sabia nada sobre a cidade. Que vergonha. Só respondia “Smiths, Smiths, Smiths” num looping até chegar no serviço dela. Daí ela falou pra eu seguir mais um pouco e virar na rua do lugar. Cheguei lá, achei rua, mas nada do tal clube. Andei, andei e NADA. Então concluí que o tal lugar não existia mais e sem a tal placa “Salford Lads Club” eu jamais poderia reconhecê-lo, pois as construções são todas iguais. Fui embora, mas segui cantando “Stop Me If You Think You’ve Heard This One Before“. Pensando que eu estava na rua certa e que o lugar não existia mais, eu ainda sabia que o clipe foi gravado nas redondezas, então pelo menos eu estaria circulando em algum lugar do clipe.

Manchester (22)

O problema é que depois eu fui pesquisar eu descobri que a merda do lugar existe ainda e que não ficava na rua que eu estava, mas sim na primeira paralela depois da minha. Foi nessa hora que eu odiei o pessoal do hostel por ter dado pra mim um mapa tão ruim, afinal de contas, eu tinha que culpar alguém por não ter tirado aquela maldita foto. He. Também odiei todos os moradores do bairro por não estarem na rua para me dar informação. Nunca vi lugar mais deserto!

No meu mapa dizia que o lugar era na Regents Rd, mas na verdade é na Coronation St que é paralela a Regents. Shame on me! Por isso eu aprendi que, por mais curta que seja a sua viagem a qualquer destino, não seja preguiçoso a ponto de não pesquisar antes. Entendido?

Casa de infância do Morrissey

A casa dele também era longe, mas fácil de chegar. Só pegar o bonde Altrincham em Piccadilly Gardens e descer na estação Old Trafford. É um bairro bem calmo e também bastante deserto. A rua da casa de infância do pequeno Moz é a King’s Road.

rua moz

E a casa dele era a n° 384. Bom saber, porque todas são IGUAIS.

Fiquei pensando nele brincando no quintal ali, na pracinha que tinha perto e tal. Acho engraçado porque quando eu sou fã de alguém, não penso nessas coisas. Parece que a pessoa já nasceu pronta, no palco e cantando.

Fora esses lugares que eu visitei, existem outros que eu não tive tempo de ir, mas se alguém se interessar e quiser saber é só entrar em contato que eu passo meu mini guia do hostel.

Queria só acrescentar aqui que fui até Manchester para visitar os lugares dos Smiths, mas que foi aqui em Curitiba, minha cidade natal, que eu conheci um Smith, o Andy Rourke, que veio discotecar no Vox e nessa ocasião a tietagem foi forte!

andy

E em março vou conhecer o Morrissey na véspera do meu aniversário! Presente melhor não existe.

Espero que tenham gostado do nosso tour e que venham os shows!!!!

Mariana
13
fev
A minha London Eye

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Acho que já comentei aqui com vocês que eu adoro vistas aéreas e que Londres foi minha primeira viagem internacional, né?! Então é possível imaginar o quão maravilhada eu fiquei na London Eye! Já falamos um pouquinho dela aqui no blog, mas mesmo assim eu senti muita vontade de falar da minha experiência na maior roda-gigante do mundo na época que eu fui, em 2007. Atualmente, a maior é a Singapore Flyer, que em breve a Anna vai contar aqui pra gente como é.

Apesar do inverno e frio, no dia que eu visitei a London Eye o céu estava limpo e bem azul. Para os padrões cinzas de Londres, ouso dizer que um dia mais bonito que esse no inverno seria quase impossível.

Do alto da London Eye é possível ver em um raio de 40km em um dia limpo como o que eu fui.

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Há quem diga que o passeio é muito chato e paradão e que os 30 minutos para completar a volta são os 30 minutos mais demorados da vida de uma pessoa, mas eu discordo e por mim eu teria feito umas 3 voltas.

Lá do alto é bacana tentar identificar alguns pontos turísticos, o difícil mesmo é disputar um espaço no vidro com as outras pessoas.

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O ticket para a London Eye pode ser reservado pela internet com desconto. Sempre que possível, acho válido fazer essas reservas online, pois além de ganhar descontos, você perde menos tempo na fila.

Pela internet o ticket custa £16,74, mas ainda é possível comprar tickets combinados com outras atrações, gastando menos ainda. Vale lembrar que agora todos os tipos de tickets incluem a entrada para o 4D Experience, que nada mais é do que uma exibição 4D sobre a própria London Eye. Quando eu fui pra lá ainda não existia o 4D Experience, mas li bastante relatos de pessoas que foram e falaram que o vídeo 4D com duração de apenas 4 minutos é um dos melhores e mais bem feitos 4D.

No site oficial você encontra os valores de todas as combinações de tickets e também para realização de eventos e até mesmo casamentos na London Eye, que pode chegar a £3.900 por 1h de “festa” na cápsula. Chique, né?!

Mariana
28
dez
Oxford

Eu estava em Londres e queria conhecer uma cidade universitária, daí veio o dilema: Cambridge ou Oxford? Qual das rivais escolher?
Acabei optando por Oxford, pois na época estava mais na moda por causa do Harry Potter e porque o pessoal da casa que eu estava já tinha ido, daí acabei sendo influenciada também.
Paguei £3 pelas passagens. Ida e volta + taxas, com a minha queridinha Megabus. Já falei sobre ela quando fui pra Inverness. Essa empresa é fantástica. Na época, a libra custava R$4,30, então o passeio saiu por R$12,90! Pensa: aqui no Brasil, aonde é possível ir com R$12,90? Daqui de Curitiba acho que não chega nem em Matinhos com esse dinheiro. E se chegar, não volta.

Oxford fica a 100km de Londres, a viagem até lá dura cerca de 1h20 e é bem tranquila, então é passeio pra um dia só, no melhor estilo bate-e-volta. Preciso dizer aqui que não tem muita coisa pra fazer em Oxford, pois a grande atração mesmo é a Universidade, e ainda peguei um dia feio, com chuviscos de vez em quando e bastante frio. Daí bate aqueeeeele desânimo.

Bicicletas pelo caminho é tudo o que mais se vê em cidades universitárias e as ruas estreitas nos fundos dos edifícios dão todo aquele charme.

Oxford

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A Universidade de Oxford foi fundada em 998(!), mas existem registros de ensino apenas a partir de 1096. A Universidade está sempre entre as 10 melhores do mundo, mas sempre atrás de Cambridge no ranking. Basicamente, o passeio por lá consiste em percorrer a cidade visitando as faculdades que formam a Universidade de Oxford, pois não existe um campus só onde se concentra tudo.

Lógico que não visitei todas, pois são mais de 40. Fui apenas visitando as que estavam no meu caminho e confesso que nem lembro o nome de todas, exceto a Christ Chruch, que era aquela do Harry Potter, e a Sommervile College, que foi fundado em 1879 para as mulheres, que até então não podiam frequentar universidades.

Oxford (28)
Oxford (39)
Oxford (37)
Oxford (9)
Oxford (13)

Na Christ Church foi gravada uma cena do Harry Potter, daí quando eu cheguei lá tinha uma placa nas escadas dizendo que no andar de cima foi filmado Harry Potter, mas que não podia subir, e eu, que odeio esse Harry Potter, quis subir pra ver do mesmo jeito, daí olhei ao redor, não vi nenhum segurança e subi. Quando pisei no terceiro degrau apareceu DO NADA um cara berrando comigo e falando “não saber ler, não?!”, daí eu falei que sabia ler sim, mas tive que ir embora sem ver o tal lugar que era esse:

Nomes famosos que estudaram na Universidade de Oxford:

Bill Clinton

Tony Blair

Hugh Grant

Edmund Halley (do cometa Halley)

Robert Hooke (aquele da lei da elasticidade Fkl, sendo K a constante elástica da mola e … tá, parei)

Oscar Wilde

John Locke (aquele do Lost)

Lewis Carroll, outros famosos da literatura e um monte de gente que ganhou prêmio Nobel.

E por falar em Lewis Carroll, existe uma loja da Alice lá em Oxford que é uma fofura, a Alice’s Shop.

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(peguei essa foto da internet porque eu fui pra Oxford nos meus últimos dias de viagem e para cada foto que eu tirava, eu tinha que deletar uma de outro lugar… e olha que antes de viajar eu comprei um cartão de 1Gb, que na época era quase infinito de tão grande, mas mesmo assim não deu, aí preferi tirar fotos minhas no lugar porque sou narcisista).

Quando estava procurando minhas recordações de Oxford pra lembrar de coisinhas pra escrever aqui, achei uma caixinha de chá da Alice vencida, que eu tinha comprado para dar de presente pra um amigo (oi Evandro!) e até hoje não entreguei. #Fail.

Em Oxford ainda existe um mini Jardim Botânico pra visitar, nada muito interessante. Como a cidade é pequena, dá pra fazer  tudo a pé, então eu usei aquela velha tática de improviso quando rola uma visita em uma cidade que não estava planejada: vou até algum ponto de onde sai o Sightseeing, demonstro interesse em adquirir o ticket, pego o mapa e vou embora fazendo a rota do ônibus a pé (já fiz isso algumas vezes e sempre funcionou). Fica a dica! ;)

Mariana
The Wizarding World of Harry Potter
15
jul
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